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BOLETIM ICS
Agosto 2018
O que esperar das eleições do ponto de vista climático?

Agenda Rio 2030 apresenta 40 propostas de políticas públicas

#EntreNoClima: mudanças climáticas em vídeos de um minuto

Observatório das Eleições reúne ONGs para melhorar o debate político

CDP e CEBDS lançam fact sheet para promover a precificação de carbono

Primeira Chamada de Bons Negócios para o Clima incentiva startups rumo à economia de baixo carbono

Plataforma ajuda organizações do Terceiro Setor a temida arte da captação de recursos

Hacking Rio: iniciativa para gerar soluções aos desafios para a cidade

FBMC entrega proposta inicial de implementação da NDC a três pré-candidatos

Como fortalecer o movimento pela mobilidade a pé?

Edital de ônibus é suspenso para ampliar exigências de redução de poluentes

Resultados preliminares de estudo indicam soluções para o desafio da segurança energética no Brasil

Boas notícias sobre o Projeto Kigali

Programa do Banco Mundial e da Caixa financiará projetos de eficiência energética

iCS terá em breve novo coordenador do portfólio de Transporte

Grantee Perception Report no Instituto Clima e Sociedade

Doações aprovadas em Julho


ACONTECE NO BRASIL ARTIGO
O que esperar das eleições do ponto de vista climático?

Crédito: Agência Brasil

O momento em que os brasileiros escolherão seu próximo presidente, governadores de estado e membros das câmaras de deputados e do senado está se aproximando! Esta é a única certeza que temos sobre o debate eleitoral. Entretanto, ainda há dúvidas. Muitas dúvidas. Uma delas, por exemplo, questiona se o clima fará parte da agenda dos presidenciáveis -  ou se, ao menos, será uma pauta durante a campanha.

Alfredo Sirkis, secretário-executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC), não acredita em grandes avanços pós eleição. Segundo ele, aliás, nós precisamos nos preparar para todos os cenários – inclusive o pior. “Infelizmente sou cético em relação à renovação no Congresso. Penso, sim, que pode haver a presença de alguns novos parlamentares ambientalistas, o que representaria um progresso em relação à situação atual, que é simplesmente tétrica. A verdade é que desde a Constituinte a composição do Congresso piora a cada eleição. Isso pode se reverter? Sim, mas vai depender de muito trabalho em pouco tempo”.

O tempo é realmente curto, e não apenas até as eleições. O Brasil tem metas florestais do NAMA (Ações de Mitigação Nacionalmente Apropriadas, em português) a cumprir até 2020, e depois metas de sua NDC (Contribuição Nacionalmente Determinadas) no Acordo de Paris para 2025 e 2030. Nesse campo, há uma certeza absoluta: independentemente do cenário, será primordial saber combinar as mais diferentes formas de luta, como mobilização, advocacy, mídia, pressão internacional, diálogo e negociação.

“O FBMC pode ganhar mais influência e fazer avançar nossa agenda para a NDC e de longo prazo, ou pode ter que recuar para uma articulação fora da esfera federal, no âmbito subnacional, parlamentar e da sociedade civil. Nos próximos dois meses e meio vamos viver um clima de suspense e uma montanha russa arrepiante”, alerta Sirkis.

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POLÍTICA CLIMÁTICA E ENGAJAMENTO
Agenda Rio 2030 apresenta 40 propostas de políticas públicas

Crédito: Ken Treloar - Unsplash

O 11º Fórum Rio, organizado pela Casa Fluminense, em São Gonçalo (RJ), foi palco do lançamento da plataforma Rio Por Inteiro. Trata-se de um ambiente virtual que reúne propostas de políticas públicas e debates de soluções para a região metropolitana do Rio de Janeiro nas próximas eleições. A ocasião também lançou a versão 2018 da Agenda Rio 2030, uma publicação que propõe a visão de longo prazo para a metrópole alinhada às diretrizes da ONU e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Em linhas gerais, os eixos que compõem a agenda são: política metropolitana, emprego e renda, mobilidade urbana, segurança pública e saneamento básico. O objetivo maior é pensar a cidade em sua universalidade, mas também os 21 municípios que compõem a capital.

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#EntreNoClima: mudanças climáticas em vídeos de um minuto

Em julho, o Imaflora lançou a série #EntreNoClima. Toda quarta-feira, novos vídeos são publicados nos canais do Youtube, Facebook, Instagram, Linkedin e site. São pequenas pílulas de um minuto sobre mudanças climáticas. A cada episódio, um convidado (a) explica um tópico relacionado à temática. Karina Penha, do Engajamundo, já falou sobre “O que o aquecimento global tem a ver com você?”, Pedro Soares, do IDESAM, mostrou o que o Brasil está fazendo para evita-lo, e Mariama Vendramini, consultora de gestão, contou a respeito das ações no mundo para enfrentar as mudanças no clima. Confira todos os vídeos aqui .

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Observatório das Eleições reúne ONGs para melhorar o debate político

Divulgação: Agência Brasil

Está em construção uma nova coalizão que promete entrar de cabeça na política: o Observatório das Eleições (nome provisório). Originado do espaço de discussão aberto no Pacto pela Democracia, o movimento vai reunir organizações da sociedade civil que se preparam para agir na qualificação do debate do período eleitoral em diversos temas. De acordo com Pedro Lacerda, do Engajamundo e participante do Pacto, “a ideia é apresentar na coalizão tudo o que as organizações estão fazendo no âmbito das eleições para receberem apoio e trabalhar com conjunto. É um espaço de troca, reverberação, tentando ampliar o impacto das ações”, finaliza.

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ECONOMIA DE BAIXO CARBONO
CDP e CEBDS lançam fact sheet para promover a precificação de carbono

Crédito: Frame Filme Youtube CDP e CEBDS

O CDP (Carbon Disclosure Project) e o CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável) desenvolveram um fact sheet sobre precificação de carbono. No documento, há uma série de informações importantes sobre um dos principais mecanismos de políticas públicas e econômicas de enfrentamento às mudanças climáticas. Basicamente, os governos atribuem um custo às emissões regulamentando instrumentos como o mercado de carbono. Devido ao encarecimento do uso de tecnologias intensivas em carbono, as empresas são estimuladas ao investimento na economia limpa. Atualmente, 45 governos nacionais e 25 governos subnacionais adotam o mecanismo de precificação. Conheça mais sobre o Fact Sheet e assista o vídeo aqui .

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Primeira Chamada de Bons Negócios para o Clima incentiva startups rumo à economia de baixo carbono

Crédito: Divulgação

Com o propósito de acelerar uma economia regenerativa e de baixo carbono e conectar as esferas de clima, tecnologia, negócios e finanças em uma plataforma de inovação e ação coletiva, o Climate Ventures convoca para a 1ª Chamada de Bons Negócios pelo Clima em parceria com o ClimateLaunchpad. O objetivo é mapear e fomentar negociações alinhadas à sua missão. Pessoas e empresas podem enviar até o dia 17 de agosto suas iniciativas nas áreas de gestão da água, gestão de resíduos, alimentação, energia, logística, uso do solo e florestas.  Participe!

“Os desenvolvimentos de novos negócios de baixo carbono são indispensáveis para garantir que o Brasil faça a transição para uma economia com baixa emissão de gases de efeito estufa, em conformidade com o Acordo de Paris, do qual somos signatários. Nesse sentido, apoiar o nascimento e crescimento de start-ups com esse viés contribui para acelerar a descarbonização da economia e a geração de empregos verdes”, explica Gustavo Pinheiro, coordenador do portfólio de Economia de Baixo Carbono do iCS.

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Plataforma ajuda organizações do Terceiro Setor a temida arte da captação de recursos

Uma das maiores dificuldades de organizações do Terceiro Setor é a captação dos recursos necessários para o desenvolvimento de suas atividades. Dessa premissa nasceu a plataforma Captamos - espaço online em versão beta para aprendizagem e troca de conhecimento no tema, visando o fortalecimento de causas, entidades da sociedade civil e, principalmente, o seu financiamento. No website, há histórias reais e cases de sucesso, novidades e tendências do mercado, cursos e dicas. Veja!

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Hacking Rio: iniciativa para gerar soluções aos desafios para a cidade

Crédito: Hackaton 2018

Intensidade. Esta é a palavra que descreve os dias 27, 28 e 29 de julho no Rio de Janeiro. Durante esse período, três eventos aconteceram simultaneamente no Porto Maravilha - o Rio Hackaton, maior competição de hackers do Brasil com premiações de R$ 15 mil; Rio Summit, com três dias de palestras sobre inovação e empreendedorismo; e o Rio Fórum, encontro entre os principais investidores anjos e startups. O objetivo era comum: gerar soluções de alto impacto para os desafios reais do mercado, entre os quais a necessidade de migração para uma economia de baixo carbono. Uma mesa com tema específico em Sustentabilidade e Cleantech foi endereçada ao uso eficiente de recursos.

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FBMC entrega proposta inicial de implementação da NDC a três pré-candidatos

O Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC) se reuniu com os pré-candidatos à presidência da república - Álvaro Dias (Podemos), Marina Silva (REDE) e Geraldo Alckmin (PSDB) - para entregar a “Proposta Inicial de Implementação da Contribuição Nacionalmente Determinada do Brasil (NDC). O documento de 60 páginas discorre sobre as ações necessárias nas áreas de florestas, agricultura e pecuária, transportes e mobilidade, cidades e resíduos, energia elétrica, indústria e instrumentos econômicos, além de cenários e estimativas e estratégias de mitigação.

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TRANSPORTE
Como fortalecer o movimento pela mobilidade a pé?

Desenhar e pactuar um Plano de Ação coletivo para fortalecer o movimento pela mobilidade a pé no país. A Oficina Como Anda, realizada pela ONG no dia 20 de julho, em São Paulo. Mais de 30 organizações de sete cidades do Brasil enviaram representantes para o encontro, cujas dinâmicas foram orientadas em três eixos: fortalecimento das organizações, fortalecimento da pauta e articulação e fortalecimento da rede. Entre as discussões contempladas, estão o mapeamento de conquistas e desafios, revisão e olhar crítico sobre os objetivos das entidades e reflexão sobre os principais questionamentos que surgiram nos debates.

Crédito: Equipe Como Anda

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Edital de ônibus é suspenso para ampliar exigências de redução de poluentes

Publicado em 11 de junho desse ano, o edital que abria o processo de licitação de concessão do sistema de transporte da Vila Luzita, em Santo André, foi suspenso a pedido do Ministério Público de São Paulo. A medida foi executada para a prefeitura aumentar as exigências sobre a redução de emissão de poluentes para as empresas concorrentes. Apenas quando as adequações visando a transição progressiva de tecnologias de emissão zero estiveram prontas o edital poderá ser relançado.

Crédito: Prefeitura de Santo André

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ENERGIA
Resultados preliminares de estudo indicam soluções para o desafio da segurança energética no Brasil

Crédito: Instituto Escolhas

Realizado pelo Instituto Escolhas em parceria com a EPE (Empresa de Pesquisa Energética), o estudo Quais os reais custos e benefícios das diversas fontes de geração elétrica? apresentou resultados parciais em um evento no dia 24 de julho, em São Paulo. A equipe de pesquisa, composta por profissionais da PSR – Energy Consulting and Analytics, tem como objetivo oferecer sólido conjunto de informações sobre o tema para o enfrentamento dos desafios futuros da geração e segurança energética no Brasil, além de avaliar o cenário com maior inserção de fontes renováveis. Uma dos principais conclusões avalia o mix de várias fontes de geração elétrica como fundamental para garantir a estabilidade do sistema. Ao final deste estudo, o Instituto Escolhas apresentará à sociedade uma avaliação efetiva quanto as possibilidades de combinações das diversas fontes que assegurem uma maior eficiência a operacionalidade de setor elétrico como um todo.

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Boas notícias sobre o Projeto Kigali

No dia 31 de julho, um comunicado oficial pelo Ministério de Minas e Energia (MME), Ministério da Indústria e Serviços (MDIC) e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), anunciou a aprovação dos novos índices mínimos de eficiência energética para condicionadores de ar - usados em residências e no comércio – e outros refrigeradores. Assim, a expectativa é que até 2030 haja a redução do consumo de energia elétrica de 2.350 GWh/ano – o que equivale 564 MW. As novas regras também preveem a retirada de equipamentos menos eficientes do mercado. Veja a reportagem publicada!

Na última semana, o Projeto Kigali do K-CEP, organizou um webinar no iCS - que apresentou o estudo de impacto regulatório como ferramenta de definição e revisão dos níveis mínimos de eficiência energética para o ar condicionado. A videoconferência contou com a participação de diferentes atores do governo, da indústria de eletrodomésticos e da sociedade civil. Houve uma boa aceitação pelos participantes da metodologia apresentada pelo Laboratório Nacional de Lawrence Berkeley (LBNL).

Além disso, o Projeto Kigali lançou seu primeiro website institucional. A plataforma é um espaço informativo e didático para quem busca aprender mais sobre eficiência energética em aparelhos de ar condicionado. Em breve, teremos a versão em inglês. Acesse: http://kigali.org.br/

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Programa do Banco Mundial e da Caixa financiará projetos de eficiência energética

O FinBrazees (Financial Instruments for Brazil Energy Efficient Cities), programa do Banco Mundial e da Caixa Econômica de apoio a cidades que desejam ser mais eficientes do ponto de vista energético, financiará a iluminação pública de baixo consumo e suportará indústrias em projetos de eficiência energética. A intenção é operar US$ 1,3 bilhão oriundos do Banco Mundial, do Fundo Verde do Clima (GCF) e do Fundo de Tecnologia Limpa (CTF), complementados com captações no mercado, para evitar a emissão de mais de 17 milhões de toneladas de carbono.

"Uma boa iniciativa conjunta do Banco Mundial com a Caixa Econômica Federal para o aumento da eficiência energética no país. A vertente para iluminação pública sob o lema Cidades Eficientes consolida diretrizes para o planejamento da mesma com foco na segurança pública para mulheres e populações vulneráveis em áreas urbanas. Para as indústrias, o uso da intensidade energética como indicador é um bom começo para tornar a eficiência energética um fator intrínseco de aumento da produtividade. Em muitos setores industriais, a baixa competitividade internacional dos produtos industrializados brasileiros deve-se à ausência de iniciativas e inovações em eficiência energética, tanto nos processos produtivos como nos produtos finais. O montante alocado pelo Banco Mundial é menor que o anunciado, estando declarados aproximadamente U$400 milhões, metade para empréstimos e poucas doações, enquanto a outra metade seria alocada para garantias aos projetos. A iniciativa mais importante pode ser a proposta aos bancos privados de sindicalização dos empréstimos ao setor industrial.", avalia Roberto Kishinami, coordenador do portfólio de Energia do iCS.

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POR DENTRO DO ICS
iCS terá em breve novo coordenador do portfólio de Transporte

Divulgação: Leonildes Nazar

O iCS abriu processo seletivo para o cargo de coordenador do portfólio de Transporte. O candidato deverá ter sólida experiência na área de transporte ou em áreas afins, conhecimento do contexto político-institucional dos atores envolvidos com a agenda de transporte no Brasil e das políticas públicas de promoção da mobilidade e disponibilidade para morar e trabalhar no Rio de Janeiro. Interessados devem enviar seus currículos e carta de intenção para ics.recrutamento@gmail.com até o dia 20 de agosto e atender aos pré-requisitos descritos aqui. Garantimos sigilo absoluto sobre a candidatura.

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Grantee Perception Report no Instituto Clima e Sociedade

Mais de 70% dos donatários do iCS acreditam que o suporte institucional oferecido pelo Instituto Clima e Sociedade ultrapassa o viés financeiro. Esta foi uma das conclusões mais importantes do primeiro Relatório de Avaliação realizado no final de 2017, que contou com 62 respondentes ao questionário anônimo enviado por uma consultora especializada para mapear a percepção dos donatários em relação ao apoio oferecido pelo iCS. Entre os adjetivos que apareceram na análise qualitativa para descrever o relacionamento entre as partes, destacam-se: flexível, espírito aberto e construtivo, empático, compreensivo e acolhedor. O processo de feedback é fundamental para engajar e fornecer informações sobre o desempenho de uma organização.

Crédito: Martina Rillo

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Doações Aprovadas em Julho
Valor Doado
R$1.242.000,00
Duração
12 meses
Portfolio
Transporte

IEMA - Inst. De Energia e Meio Ambiente

Propósito da Doação: Apoiar o desenvolvimento de conhecimento técnico que: (1) desenvolva uma ferramenta que ajude a monitorar a implementação de metas de transporte público zero carbono em São Paulo, (2) aprofunde o debate sobre como evitar e transferir as contribuições políticas para a baixa mobilidade de carbono, 3) e contribua localmente para o desenvolvimento de uma visão de longo prazo para São Paulo, que inclua temas de mobilidade urbana e baixa qualidade do ar. O IEMA também atualizará a plataforma do SEEG, finalizando a 5ª edição e atualizando a 6ª.

Valor Doado
R$50.000,00
Duração
12 meses
Portfolio
Economia de Baixo Carbono

IONS Consultoria Associados LTDA

Propósito da Doação: Reunir mais de 2.000 hackers, especialistas em tecnologia, designers e experts em negócios para desenvolver soluções de baixo carbono de alto impacto com o objetivo de resolver alguns dos problemas mais urgentes do Rio de Janeiro. A doação financiou o cluster de tecnologia limpa do Hacking.Rio, a maratona de hackers (hackaton) realizada em julho de 2018, no Rio de Janeiro.

Valor Doado
R$88.000,00
Duração
5 meses
Portfolio
Energia

IEI - International Energy Initiative

Propósito da Doação: Fornecer assistência técnica local para a avaliação do impacto regulatório conduzido pela LBNL no âmbito das atividades do K-CEP no Brasil.

Valor Doado
R$843.000,00
Duração
12 meses
Portfolio
Economia de Baixo Carbono

Associação ProScience

Propósito da Doação: Apoiar a criação de uma plataforma de engajamento para conectar os ecossistemas de clima e inovação e fomentar a ação climática, aproveitando o crescente movimento de startups e empreendedorismo no Brasil para trazer as preocupações e oportunidades da mudança climática.

Valor Doado
R$425.000,00
Duração
11 meses
Portfolio
Transportes

Purpose Campaigns Brasil Ltda

Propósito da Doação: Promover o transporte público zero carbono em cidades estratégicas no Brasil. O projeto irá: 1) construir campanhas que impulsionem a legislação municipal que exige a transição energética para o transporte público em três cidades brasileiras, 2) desenvolver uma campanha local em São Paulo sobre a política de estacionamento, visando redistribuir o espaço destinado aos estacionamentos para infraestruturas de transportes públicos e ativos e 3) suporte a comunicações para parceiros estratégicos sobre tecnologia de ônibus, qualidade do ar e clima.

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Este é um boletim mensal enviado pelo Instituto Clima e Sociedade – iCS
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