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BOLETIM iCS
Novembro 2018
Eleições brasileiras e o Acordo de Paris: o país permanece ou não?

Destrinchando o relatório do IPCC

Diálogo de Talaona

Feliz Aniversário, Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Lideranças religiosas comprometidas com a causa climática e outras articulações

Taxa de desmatamento na Amazônia cresce 36% entre junho e setembro

SAVE THE DATE: Lançamento da pesquisa Perfil das Prefeitas no Brasil

Emissões de GEEs por navios em pauta na série Diálogos Futuro Sustentável

#EngajaNasEleições e Clima e Desenvolvimento na reta final do período eleitoral

Novo fact sheet sobre precificação de carbono foca no setor privado

Discussões sobre ecossistema de finanças sociais e investimento na Amazônia têm data marcada

Prêmio MapBiomas incentiva a geração de conhecimento no Brasil

SEEG lança em novembro nova estimativa de emissões no Brasil

Pela primeira vez, a Walk 21 é sediada na América do Sul

Momento de transição - Até logo, Walter!

ÚLTIMA CHAMADA para o Clean Energy Challenge

Quais os reais custos e benefícios das fontes de geração elétrica?

O futuro da eficiência energética no Brasil

Projeto Kigali lança versão em inglês do site

Publicações do IEI sobre eficiência energética

"Florestas podem gerar tanta energia quanto duas usinas de Belo Monte"

Cidades Eficientes chega à etapa de consultoria técnica

Portfólio de transporte terá nova direção!

iCS apresenta novo coordenador do programa Ocara Energia

RELATÓRIOs

DOAÇÕES APROVADAS EM OUTUBRO


ACONTECE NO BRASIL
Eleições brasileiras e o Acordo de Paris: o país permanece ou não?

O ex-capitão e candidato à presidência, Jair Bolsonaro, ganhou as eleições presidenciais brasileiras no dia 28 de outubro, com 55% dos votos válidos, ou aproximadamente 57.8 milhões de votos. Ele dará início a um mandato de quatro anos em 1º de janeiro de 2019.

No começo de sua campanha, Bolsonaro disse que tiraria o Brasil do Acordo de Paris caso se tornasse presidente. Ele justificou sua posição sugerindo que o Acordo seria um instrumento internacional que limitaria a soberania brasileira, seu controle sobre a Amazônia e suas riquezas.

Felizmente, entre o 1o e 2o turno, ele repensou sua posição. Sugeriu que consideraria permanecer no Acordo se tivesse garantia de que isso não ameaçaria a soberania do Brasil sobre a Amazônia ou a capacidade do país de explorar suas riquezas.

Não foram só as ONGs e a imprensa que se manifestaram contra a intenção do Bolsonaro de sair do Acordo de Paris, mas também diplomatas, seções das forças armadas, líderes do agronegócio moderno brasileiro, segmentos do nosso setor industrial e muitos economistas neoliberais. Todos eles entendem os benefícios para o Brasil de permanecer no Acordo.

Não acreditamos que Bolsonaro sairá do Acordo de Paris. Porém, caso decida fazê-lo, há procedimentos legais que poderão ser usados para evitar.

Em breve, o Brasil terá que confirmar sua oferta para sediar a COP25 no próximo ano. Caso o novo governo opte por não sediar a Conferência, isso poderá significar somente que a mudança climática não é uma prioridade, mas não significará necessariamente que o país deixará o Acordo de Paris no futuro.

O Acordo de Paris e a Amazônia

A sugestão de que o Acordo de Paris poderia ser uma “conspiração para internacionalizar a Amazônia” ao criar uma jurisdição internacional sobre a região, do Atlântico aos Andes, foi feita no passado por diferentes setores. Por exemplo, no início das negociações, algumas seções das forças armadas tiveram uma preocupação natural relacionada à soberania e segurança do Brasil na região amazônica e suas fronteiras. Entretanto, os diplomatas mais experientes do país, que obviamente também compartilham dessas preocupações, trabalharam com as forças armadas e deram a garantia necessária para que o Acordo de Paris fosse respeitado. Muitos militares do Exército, que estão cientes do grande impacto da mudança climática na Amazônia, agora apoiam totalmente a necessidade de proteger a região e acreditam que o Acordo é um importante instrumento para alcançar isso. 

O Brasil permanece ou não no Acordo de Paris?

Há um porém, grupos menos bem-intencionados, muitos deles com interesses obscuros, continuaram levantando essas falsas preocupações durante as eleições. A disseminação de fake news não foi apenas uma tática política – a criação de uma falsa ameaça internacional é uma tática eleitoral comum, porém eficaz – mas também uma estratégia de enganar o novo governo e o público. A intenção real desses grupos era, e ainda é, impulsionar a abolição das políticas ambientais que foram implementadas para proteger a Amazônia contra interesses ilegais. Essas pessoas não estão preocupadas com os interesses do Brasil ou sua soberania. O único interesse delas é continuar com suas atividades ilegais que destruirão a Amazônia e o maior patrimônio do país. 

O Acordo de Paris foi criado em parceria com os diplomatas mais experientes do Brasil. A permanência no Acordo trará benefícios à economia do país, agora e no futuro.

Ana Toni, diretora executiva do Instituto Clima e Sociedade

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POLÍTICA CLIMÁTICA E ENGAJAMENTO
Destrinchando o relatório do IPCC

O tão esperado e principal relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da ONU foi divulgado no início de outubro. Pela primeira vez, o grupo de cientistas responsável pelo estudo coleta evidências sobre a meta de frear o aumento médio da temperatura do planeta em até 1,5ºC em relação ao período pré-industrial. Mais do que isso, evidencia as diferentes consequências de um aumento de temperatura até 2ºC, o nível mais alto aceito pelo Acordo de Paris.

Uma das primeiras publicações da 350.org sobre o IPCC mostrou um vídeo de incentivo para que as pessoas compartilhem pequenos resumos do relatório, a fim de conscientizarmos ainda mais as lideranças sobre o risco que corremos, se não mantivermos a temperatura abaixo de 1,5ºC.

Destrinchando o relatório do IPCC

Destrinchando o relatório do IPCC

Para facilitar a compreensão do relatório, o site Climate Change News destrinchou os 37 pontos principais, e o ClimaInfo traduziu para o português. Entre eles, o fato de o mundo já ter aquecido 1,1ºC até hoje; a expectativa de atingir a marca de 1,5ºC entre 2030 e 2052 (sendo que o Ártico, por exemplo, aquece de duas a três vezes mais rápido que a média global); a maior intensidade de ondas de calor, secas e inundações no cenário de 2ºC; e as alternativas para a redução de emissões não apenas de carbono, mas de metano e outros gases causadores do efeito estufa, como black carbon (fumaça que sai dos escapamentos de veículos). Confira aqui.

O Observatório do Clima também publicou uma reportagem especial com as estimativas e projeções do IPCC, destacando os benefícios socioeconômicos e desafios do cenário de 1,5°C. Leia o texto na íntegra!

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Diálogo de Talanoa

Além das publicações mencionadas, o Cebds trouxe a edição do Diálogo de Talanoa para o Brasil. O encontro, organizado junto com Talanoa Dialogue for Climate, reuniu mais de 350 pessoas no auditório do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. O professor Paulo Artaxo, que é membro da equipe do IPCC, apresentou os destaques do relatório, alertando o quanto o aumento da temperatura pode trazer efeitos devastadores para o Brasil.

Os painéis do evento colocaram dois pontos importantes em pauta: I) como as empresas vem contribuindo para o cumprimento do Acordo de Paris; II) como a sociedade vem mudando e exercendo seu papel no combate às mudanças climáticas. Alice Amorim, coordenadora do portfólio de política climática do Instituto Clima e Sociedade, apresentou duas narrativas de projetos apoiados pelo iCS.

Diálogo de Talanoa

Crédito: Claudia Tavares

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Feliz Aniversário, Objetivos de Desenvolvimento Sustentável!

Os novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) completaram três anos em setembro. Em comemoração à data tão especial, destacamos duas notícias que reforçam o valor de cada um deles:

I.

Em vídeo da série RepdaGlobo, da Rede Globo, Iago Hairon (Engajamundo) explica a relação entre sua própria vida e os ODS. “Eu iniciei a minha trajetória de vida muito conectado com o ODS número 13, que é o ODS das mudanças climáticas. E foi aí que eu virei o doidinho do clima: na escola, em casa, na família. A gente fala de clima como se fosse uma coisa muito distante, e esquecemos que falar de clima é falar da gente. O futuro da humanidade é uma incerteza constante. Para transformar o clima, a gente precisa transformar a gente, transformar a nossa comunidade e pautar políticas públicas muito fortes”. Assista o vídeo completo!

Feliz Aniversário, Objetivos de Desenvolvimento Sustentável!

II.

Quem gosta de aprender (ou ensinar) brincando, ganhou um auxílio de peso no último mês. O CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável) criou um jogo da memória superinterativo, contando de forma lúdica sobre os 17 objetivos a serem alcançados até 2030 – organizados pela Organização das Nações Unidas, porém de interesse direto governos, empresas e sociedade civil. Para implementar essa agenda, no entanto, é preciso que todos se familiarizem com os ODS antes, entendendo de que forma podemos apoiar cada uma das causas. O jogo está disponível em inglês e em português. Confira, baixe e jogue!

Feliz Aniversário, Objetivos de Desenvolvimento Sustentável!

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Lideranças religiosas comprometidas com a causa climática e outras articulações

O ISER (Instituto de Estudos da Religião), por meio da iniciativa Fé no Clima, marcou presença na 11ª Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa, no Rio de Janeiro, que reuniu grupos em favor da tolerância. A iniciativa foi apresentada no "Latin America Non-State Actors: Rising the ambition", evento afiliado ao Global Climate Action Summit. Na ocasião, Estrella Steinberg, parceira do GreenFaith Latinoamérica, falou acerca da Declaração e compromisso Fé no Clima, assinada em 2015 por 12 lideranças religiosas comprometidas com a causa climática.

Lideranças religiosas comprometidas com a causa climática e outras articulações

Crédito: Divulgação

Clara Sá, a coordenadora do Fé no Clima, também teve participação no Encontro Nacional para a Promoção de Valores Humanos e Ambientais no dia 21 de outubro, organizado pelo Lama Padman Santem, que é conselheiro do movimento. O evento reuniu diferentes lideranças religiosas, indígenas, movimentos sociais, entidades não governamentais e representantes do poder público. Aproximadamente 100 pessoas estiveram presencialmente no encontro – e 200 acompanharam online - no CEBB (Centro de Estudos Budistas Bodisatva), em Viamão, Rio Grande do Sul. Veja a carta aberta sobre valores humanos e ambientais no Brasil redigida pelas organizações ao final do evento.

Lideranças religiosas comprometidas com a causa climática e outras articulações

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Taxa de desmatamento na Amazônia cresce 36% entre junho e setembro

Entre junho e setembro, período que englobou a pré-campanha e a campanha eleitoral, a Amazônia perdeu muito da extensão de sua floresta. Entre esses meses, a taxa de desmatamento subiu 36% na região – ou 2.414 km2 de floresta no chão, segundo o Deter B, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que monitora a Amazônia em quase tempo real. Em busca dos dados, o Observatório do Clima considerou três categorias de dano à floresta, também analisadas pelo Prodes: desmatamento com solo exposto, desmatamento com vegetação e mineração. Entre os motivos, podem estar a secura, a taxa do câmbio e o efeito da candidatura de Jair Bolsonaro, recém-eleito à presidência do Brasil. Leia mais.

Taxa de desmatamento na Amazônia cresce 36% entre junho e setembro

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SAVE THE DATE: Lançamento da pesquisa Perfil das Prefeitas no Brasil

No dia 13 de novembro, o Instituto Alziras vai lançar a pesquisa Perfil das Prefeitas no Brasil, cuja realização contou com o apoio do iCS. O evento será uma oportunidade para ampliar a discussão sobre a desigualdade de gênero na política brasileira, assim como as perspectivas e desafios para as futuras eleições municipais, em 2020. O lançamento será no Centro de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB), no Rio de Janeiro. Não perca!

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Emissões de GEEs por navios em pauta na série Diálogos Futuro Sustentável

Mudanças climáticas e transporte marítimo é o tema do último encontro do ano da plataforma Diálogos Futuro Sustentável. No mês de abril, membros da Organização Marítima Internacional (IMO, em inglês), órgão especializado das Nações Unidas, adotaram uma estratégia inicial para reduzir as emissões de GEEs por navios em pelo menos 50% até 2050, com base nos dados de 2008. O acordo identifica também barreiras e medidas de apoio para alcançarmos a meta, incluindo cooperação técnica e capacitação. O evento tem como foco aproveitar essa estratégia e o aniversário de 70 anos da IMO, celebrado em 2018, para tratar do tema e destacar os desafios do Brasil para atingir as metas.

Emissões de GEEs por navios em pauta na série Diálogos Futuro Sustentável

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#EngajaNasEleições e Clima e Desenvolvimento na reta final do período eleitoral

Em texto publicado no portal do GIFE, o iCS retrata a iniciativa #EngajaNasEleições, do Engajamundo, que organizou múltiplas articulações e campanhas por todo o Brasil para conscientizar a inspirar jovens sobre a representatividade da política. A entidade divulgou diversos vídeos nas redes sociais com jovens respondendo à pergunta-chave “O que você quer que seu candidato/candidata defenda?”, alertando sobre cobranças urgentes em setores como mobilidade urbana, igualdade racial, demarcação de terras, desmatamento nas florestas, redução das desigualdades e os efeitos diretos das mudanças climáticas.

#EngajaNasEleições e Clima e Desenvolvimento na reta final do período eleitoral

A campanha aproveitou o ensejo do lançamento da plataforma Clima e Desenvolvimento, fruto de uma parceria realizada entre o MovingFoward, ClimaInfo, Observatório do Clima, com o apoio do Instituto Clima e Sociedade. O dispositivo digital disponibilizou aos eleitores uma análise dos programas dos principais presidenciáveis em relação aos temas de energia elétrica, transporte e combustíveis, florestas e agricultura, adaptação climática, desenvolvimento e economia. Leia o texto completo.

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ECONOMIA DE BAIXO CARBONO
Novo fact sheet sobre precificação de carbono foca no setor privado

O segundo fact sheet sobre precificação de carbono, produzido pelo CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável) e CDP (Carbon Disclosure Project), com apoio do Instituto Clima e Sociedade, foi lançado no último mês. O documento se propõe a orientar as empresas sobre modelos de precificação interna, além de se preparar para esse novo mercado que possui enorme potencial de geração de emprego e renda. Entre as dicas sugeridas, incorporação das mudanças climáticas na estratégia corporativa; identificação de riscos e oportunidades; e mensuração, reporte e verificação (MVR). Quer saber mais? Faça o download do fact sheet.

Novo fact sheet sobre precificação de carbono foca no setor privado

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Discussões sobre ecossistema de finanças sociais e investimento na Amazônia têm data marcada

A primeira edição do FIINSA (Fórum sobre Investimentos de Impacto e Negócios Sustentáveis da Amazônia) será realizada nos dias 13 e 14 de novembro, em Manaus (AM) e acena com um objetivo principal: fortalecer o ecossistema de finanças sociais e investimentos de impacto na Amazônia. O evento é organizado pelas equipes do Idesam, Impact Hub e Nesst e oferecerá painéis, rodadas de negócios e debates sobre temas como cases de sucesso que geram impacto socioambiental, negócios sustentáveis e agropecuária, modelos inovadores de atuação, o papel das empresas no investimento de impacto, entre outros. Veja a programação completa no site oficial do FIINSA.

Discussões sobre ecossistema de finanças sociais e investimento na Amazônia têm data marcada

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Prêmio MapBiomas incentiva a geração de conhecimento no Brasil

Uma iniciativa conjunta do MapBiomas, do Instituto Energia e Meio Ambiente (IEMA) e do Instituto Escolhas irá premiar os melhores trabalhos para responder questões como essas. Com o Prêmio MapBiomas, as três organizações dedicadas a estudos e divulgação de dados técnicos em meio ambiente se uniram para incentivar a geração de conhecimento no Brasil.

O objetivo do Prêmio MapBiomas é eleger os melhores estudos sobre a relação entre obras de infraestrutura de energia ou transportes e alterações no uso do solo. Podem concorrer ao Prêmio MapBiomas trabalhos individuais ou em co-autoria, estudantes de escolas, nível técnico, graduação, pós-graduação, profissionais, etc. O prêmio tem duas categorias: a Categoria Jovem é para trabalho cujo autor principal tenha até 30 anos e ainda não completou a graduação ou se graduou ao longo de 2018.

Prêmio MapBiomas incentiva a geração de conhecimento no Brasil

Já na Categoria Geral podem concorrer trabalhos independentemente da idade e nível de escolaridade do autor principal. Serão premiados quatro trabalhos, com valores de R$ 2.000 a R$ 7.000. As inscrições estão abertas até o dia 31 de janeiro de 2019. Os trabalhos precisam usar as séries históricas de uso e cobertura da terra no Brasil, com dados ou citação do projeto MapBiomas. Participe!

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SEEG lança em novembro nova estimativa de emissões no Brasil

No dia 21 de novembro, em São Paulo, conheceremos os novos dados de emissões de gases de efeito estufa no Brasil. Na ocasião, o Observatório do Clima lança a sexta estimativa do SEEG (Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa) com novidades sobre o cálculo de emissões por desmatamento. Vale lembrar que os números são referentes ao ano de 2017.

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TRANSPORTE
Pela primeira vez, a Walk 21 é sediada na América do Sul

A Walk 21 Bogotá, considerada a maior conferência de pedestres do mundo, teve a participação dos nossos donatários que atuam pela mobilidade ativa entre os dias 15 e 19 de outubro. A Cidade Ativa, em parceria com a Corrida Amiga, apresentou o projeto Como Anda no painel de discussão sobre engajamento na mobilidade a pé.

Pela primeira vez, a Walk 21 é sediada na América do Sul

As organizações fizeram um workshop interativo, juntamente com a America Walks, International Federation of Pedestrians e UN Environment, para discutir sobre a importância de uma rede internacional em prol dos pedestres. O evento abordou quarto eixos temáticos em sua programação: sustentabilidade, equidade, competitividade e engajamento.

Pela primeira vez, a Walk 21 é sediada na América do Sul

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Momento de transição - Até logo, Walter!

Outubro foi o último mês de Walter Figueiredo de Simoni no iCS. O momento de transição do program officer foi um dia muito especial para compartilhar aprendizados. O ex-coordenador do Portfólio de transporte apresentou percepções e lições pessoais, conquistas e conclusões dos seus quatro anos de trabalho para o Instituto Clima e Sociedade. Em síntese, ele mapeou os eixos de atuação dos seus donatários em monitoramento, transporte público, pedestres e bicicleta para ilustrar os achievements, mostrando as contribuições para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Recife e os desafios de cada estratégia utilizada em seu programa. O trabalho de Walter no campo da mobilidade urbana foi marcado por uma profunda conexão com os nossos donatários e sua capacidade de articulação e mobilização teve impacto municipal e federal.

Momento de transição - Até logo, Walter!

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ÚLTIMA CHAMADA para o Clean Energy Challenge

Inscrições prorrogadas! Qual solução sustentável você indica para os engarrafamentos que poluem São Paulo? A What Design Can Do e a Fundação IKEA recebem sugestões até o dia 05/12 (as inscrições foram prorrogadas) de profissionais criativos de todo o mundo para criar fluxos de pessoas e mercadorias mais sustentáveis na cidade. O Clean Energy Challenge acontece ao mesmo tempo em cinco continentes: além de São Paulo, Déli (Índia, com o tema de moradia); Nairóbi (Quênia/alimentação); Cidade do México (México/processamento de resíduos) e Amsterdã (Holanda/energia alternativa). Conheça mais e participe!

ÚLTIMA CHAMADA para o Clean Energy Challenge

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ENERGIA
Quais os reais custos e benefícios das fontes de geração elétrica?
Quais os reais custos e benefícios das fontes de geração elétrica?

Metodologia inédita! O Instituto Escolhas, em parceria com a Folha de S. Paulo, organizou o Seminário Segurança e Sustentabilidade da Matriz Elétrica Brasileira, no dia 19 de outubro, em São Paulo. O evento foi uma oportunidade de lançamento da pesquisa “Quais os reais custos e benefícios das fontes de geração elétrica no Brasil”, que - pela primeira vez - precificou os atributos das fontes de energia e as diferenciou no que tange aos serviços oferecidos ao sistema, custos de implantação, operação, subsídios e emissões de gases de efeito estufa. A programação contou com duas mesas temáticas: ‘Por que nem todo MWh é igual?’ e ‘Como garantir segurança e sustentabilidade da matriz elétrica do futuro?’ e reuniu grandes especialistas da área de energia no auditório da Folha. Baixe o estudo aqui!

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O futuro da eficiência energética no Brasil

Em 2017, o Brasil aumentou em 1% o seu gasto de energia, mesmo com os efeitos drásticos da severa crise econômica pela qual passamos. Os desafios e as possibilidades para o futuro da eficiência energética no país foram o tema do Debate, programa do Canal Futura, que contou com a participação presencial de Kamyla Borges Cunha, consultora do iCS e coordenadora do Projeto Kigali, e Felipe Morgado, gerente de Educação Profissional do SENAI Nacional. Na discussão, a potencial geração de 450 mil empregos nos próximos 12 anos na área de eficiência energética no Brasil entrou em evidência.

O futuro da eficiência energética no Brasil

Crédito: Divulgação
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Projeto Kigali lança versão em inglês do site

O Projeto Kigali, inserido no Programa de Eficiência de Refrigeração Kigali – K-CEP (criado para apoiar países, empresas e comunidades em relação à Emenda de Kigali, que inclui os hidrofluorcarbonetos no que determina o Protocolo de Montreal), lançou a versão em inglês do seu site. Executado pelo Instituto Clima e Sociedade no Brasil, ele atua para reduzir o uso de HFCs, garantir eficiência energética, contribuir para a atualização tecnológica do setor e superar as barreiras de eficiência energética em aparelhos de ar condicionado. Acesse!

O futuro da eficiência energética no Brasil

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Publicações do IEI sobre eficiência energética

O #DiaDaEficiênciaEnergética é celebrado no dia 5 de outubro pela American Council for na Energy-Efficient Economy, e no Brasil não é diferente. A equipe de comunicação do International Energy Initiative (IEI) aproveitou o terceiro aniversário da data para produzir um filme especial de animação para explicar mais sobre o recurso energético. A linguagem é simples de ser compreendida pelo público em geral. Veja!

Publicações do IEI sobre Eficiência #eficienciaenergetica #EEDay2018 #energyefficiency #Agenda2030 #EuApoioODS

Ao falar desse tema, não podemos deixar de reforçar a leitura do livro “Geração Distribuída e Eficiência Energética”, lançado neste ano. Nele, o IEI, com apoio do iCS e do Internacional Copper Association Brazil, procura oferecer uma análise dos principais desafios para a expansão da geração distribuída e das oportunidades de maior eficiência energética no usuário final. Quer se aprofundar no assunto? Acesse o conteúdo completo!

Publicações do IEI sobre Eficiência

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"Florestas podem gerar tanta energia quanto duas usinas de Belo Monte"

O Brasil pode traçar uma meta para plantar florestas e aumentar a participação das fontes renováveis de energia em nossa matriz, duas metas prioritárias da Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, na sigla em inglês) que o país assinou no Acordo de Paris. Esse é o principal mote do estudo inédito “Florestas Energéticas”, desenvolvido pelo Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA), think tank que atua sob a ótica da energia e do transporte. De acordo com o relatório, podemos gerar 11,6 GW por ano, o equivalente a mais de duas usinas hidrelétricas como a de Belo Monte, por meio da biomassa de florestas plantadas. “A conclusão é de que o Brasil tem uma opção de acelerar seu processo de descarbonização”, avalia Munir Soares, um dos responsáveis pelo estudo.

Florestas podem gerar tanta energia quanto duas usinas de Belo Monte

Mas como, precisamente, isso aconteceria? O IEMA avalia que temos, no território nacional, capacidade de ocupar 6,3 milhões de hectares com florestas de eucalipto até 2030 em áreas destruídas, como regiões de pastagem degradadas. Deste total, 1,6 milhão de hectares comporiam a reserva legal, espaço destinado à recomposição e preservação de mata nativa. O trabalho pontua que não está recomendando o plantio maciço de eucalipto; apenas mostra que há opções mais sustentáveis de geração de energia do que as térmicas fósseis ou a inundação de grandes áreas da Amazônia para a construção de hidrelétricas. Confira a reportagem completa no jornal O Globo.

Mais novidades sobre o IEMA:

    I) Novo endereço: a partir de novembro, organização vai mudar de endereço: Rua Artur Azevedo, número 1212, 9º andar - Pinheiros (SP).

    II) Convergência de mídias: agora você também pode acompanhar as notícias pelas redes sociais. O IEMA agora está no Facebook e no Instagram.

    III) Comunicação: Isis Nóbile Diniz é a nova gerente de comunicação do IEMA. Para assuntos relacionados à assessoria de imprensa e produção de conteúdo, por favor envie um e-mail para: isis@energiaeambiente.org.br

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Cidades Eficientes chega à etapa de consultoria técnica

O Projeto Cidades Eficientes, do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS), anunciou os resultados de chamada pública nacional e passou para a fase de assessoria técnica junto aos órgãos municipais das três cidades brasileiras inscritas e selecionadas como cidades piloto: Jaboatão dos Guararapes (Pernambuco), Sorocaba (São Paulo) e Florianópolis (Santa Catarina). Com apoio e financiamento do iCS, o projeto é estruturado em quatro eixos temáticos – eficiência energética, uso racional de água, mobilidade urbana e geração distribuída de energia.

A equipe técnica já realizou entrevistas com representantes da gestão de 20 municípios pré-selecionados. O que resultou na criação de um banco de dados para o mapeamento da situação atual das cidades brasileiras participantes, no que tange aos eixos de consumo de energia e água, aspectos de mobilidade urbana relacionados ao cotidiano de uso dos edifícios pelos funcionários.

Cidades Eficientes chega à etapa de consultoria técnica

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POR DENTRO DO ICS
Portfólio de transporte terá nova direção!

Marcel Martin Baptista de Faria será o novo coordenador do portfólio de transportes do Instituto Clima e Sociedade a partir de Janeiro de 2019. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (USP), ele é mestre em Planejamento e Gestão de Território pela UFABC. Entre suas experiências profissionais, trabalhou com a coordenação de grandes projetos voltados para a área de planejamento urbano, transporte e mobilidade com equipes multidisciplinares. De 2009 a 2016, Marcel atuou como desenvolvimento de estudos de transporte - dentre eles, Planos Diretores e de Mobilidade. Foi coordenador do Plano de Mobilidade Urbana da Prefeitura de Guarujá, participando ativamente do apoio técnico para elaboração do edital de licitação do transporte público coletivo. De 2016 a 2018, atuou no Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) com a gestão e coordenação técnica dos produtos previstos do programa de mobilidade urbana de baixo carbono.

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iCS apresenta novo coordenador do programa Ocara Energia

Munir Y. Soares é o novo coordenador do programa Ocara Energia do iCS, cuja missão é contribuir para a transição energética em direção a economia de baixo carbono. Ocara Energia, que está sendo incubado no iCS, se desenvolverá a partir da provisão de sólido conhecimento técnico, experiência internacional e forte articulação com partes interessadas. Graduado em engenharia elétrica pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) com especialização pela École Centrale de Lyon (ECL), possui mestrado em política e planejamento energético pela Universidade de São Paulo (USP) e é doutorando da Escola Politécnica da USP em regulação e planejamento de energia elétrica. Foi coordenador do programa de energia e clima no Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA), coordenador de programa do CES-EAESP FGV, além de atuar em empresas de consultoria em diversas posições. Operando nos setores de energia, indústria de base e infraestrutura, Munir trabalhou junto com empresas, governos e instituições multilaterais. A sua atuação sempre foi orientada a políticas para promover fontes de energias renováveis e instrumentos para acelerar a descarbonização da economia.

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Relatórios
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Doações Aprovadas em Outubro
Instituto Saúde e Sustentabilidade Valor Doado
R$ 250.000,00
Duração
12 meses
Portfólio
Transporte

Instituto Saúde e Sustentabilidade

Propósito da Doação: Melhorar os padrões nacionais de qualidade de veículos e ar, conectando narrativas de saúde, qualidade do ar e mudança climática. O ISS desenvolverá pesquisas sobre o impacto da mudança das normas do PROCONVE para a Euro VI até 2020-2021. Além disso, a ISS participará dos debates sobre políticas nacionais sobre novos padrões de qualidade de veículos e ar e contribuirá para os esforços de defesa e comunicação de uma ampla coalizão de instituições da sociedade civil.

ICCT - International Council on Clean Transportation Valor Doado
R$ 250.000,00
Duração
12 meses
Portfólio
Transporte

ICCT - International Council on Clean Transportation

Propósito da Doação: Acelerar a adoção de padrões veiculares aprimorados no Brasil para Veículos Pesados, com foco no transporte público de baixo carbono e na qualidade do ar. O ICCT desenvolverá conhecimentos técnicos que servirão de apoio tanto ao governo federal quanto a um ecossistema de instituições da sociedade civil que trabalham no tema.

ICCT - Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor Valor Doado
R$ 235.000,00
Duração
4 meses
Portfólio
Energia

Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor

Propósito da Doação: Apoiar a capacidade dos grupos de consumidores no debate sobre o processo de reforma do setor de energia e de disseminar informações sobre eficiência energética para o ar condicionado durante o período de pico do verão.

Ecofalante Valor Doado
R$ 35.000,00
Duração
5 meses
Portfólio
Política Climática e Engajamento

Ecofalante

Propósito da Doação: Realizar o Festival on Tour do 7º Festival Ecofalante de Cinema Ambiental no Rio de Janeiro, Brasília e Santos, e realizar o Circuito Universitário Ecofalante. Os eventos são sempre gratuitos, ocorridos no segundo semestre de 2018, e visam ampliar e democratizar o acesso de filmes que combinam excelência cinematográfica com conteúdos sobre assuntos críticos a serem tratados com urgência por nossa sociedade, como energia, urbanização e das mudanças climáticas.

Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos Valor Doado
R$ 110.000,00
Duração
7 meses
Portfólio
Economia de Baixo Carbono

Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos

Propósito da Doação: Apoiar a capacidade da agenda da mudança climática dentro do movimento trabalhista sindicalizado no Brasil através de missões técnicas para outros países, nos quais a mão-de-obra organizada já se engajou na transição para uma economia de baixo carbono.

GIFE - Grupo de Institutos Fundações em Empresas Valor Doado
R$ 30.000,00
Duração
6 meses
Portfólio
Política Climática e Engajamento

GIFE - Grupo de Institutos Fundações em Empresas

Propósito da Doação: Engajar investidores sociais privados brasileiros na questão das mudanças climáticas. Isso faz parte de um esforço mais amplo para promover o interesse de filantropia em vários temas relevantes da agenda contemporânea de desenvolvimento sustentável, incluindo a igualdade racial, os direitos das mulheres, a administração pública, a água e os refugiados. O objetivo é reforçar uma maior diversidade de temas abordados pela filantropia brasileira, que ainda está muito concentrada em um único tópico, a educação.

Severo Film Valor Doado
R$ 75.000,00
Duração
3 meses
Portfólio
Política Climática e Engajamento

Severo Film and Production Ltda

Propósito da Doação: Qualificar o debate durante a campanha eleitoral, fornecendo informações sobre temas climáticos que podem ajudar o processo de tomada de decisão dos eleitores. Isso será feito com a publicação da Plataforma Clima e Desenvolvimento - uma comparação entre os programas e declarações públicas de candidatos presidenciais nas eleições de 2018, em vários campos, como descarbonização do setor de energia, promoção de energia renovável, descarbonização do setor de transporte, compromisso com o Acordo de Paris, entre outros.

ClimaInfo Valor Doado
R$ 35.000,00
Duração
2 meses
Portfólio
Política Climática e Engajamento

ClimaInfo

Propósito da Doação: Proporcionar o alcance em mídia social da Plataforma Clima e Desenvolvimento, liderada pela Mooving Forward. Essa Plataforma publicará, em mídia de grande circulação, uma comparação entre os programas e declarações públicas de candidatos presidenciais nas eleições de 2018, em vários campos, como a descarbonização do setor elétrico, a promoção de energia renovável, a descarbonização do setor de transporte, compromisso com o Acordo de Paris, entre outros.

ALAS-Pesquisa de Mercado Ltda. Valor Doado
R$ 64.000,00
Duração
4 meses
Portfólio
Economia de Baixo Carbono

ALAS-Pesquisa de Mercado Ltda.

Propósito da Doação: Alcançar o máximo possível de negócios de impacto climático, nas mais diferentes regiões do país e nos seguintes setores: gestão da água, gestão de resíduos, alimentos, energia, logística, uso da terra e florestas. A partir dos dados coletados, teremos uma infografia dessa amostra, visando entender o pipeline mapeado e as oportunidades de atuar para fortalecer o setor.

Rede Nossa São Paulo Valor Doado
R$ 150.000,00
Duração
12 meses
Portfólio
Transporte

Rede Nossa São Paulo

Propósito da Doação: Criar um espaço formal para as instituições da sociedade civil monitorarem e avaliarem o desenvolvimento e implementação das políticas de mudanças climáticas e mobilidade urbana na cidade de São Paulo. O projeto fortalecerá o crescente ecossistema de instituições da sociedade civil que já lidam com ambas as questões, vinculando seu trabalho de defesa a uma análise mais profunda das métricas e indicadores relacionados ao tema. O trabalho de vigilância será baseado em evidências e comparável às políticas de outras cidades.

Instituto Climate Ventures Brasil Valor Doado
R$ 270.000,00
Duração
6 meses
Portfólio
Economia de Baixo Carbono

Instituto Climate Ventures Brasil

Propósito da Doação: Acelerar o desenvolvimento da economia de baixo carbono no Brasil, incorporando o conceito de baixo carbono nos ecossistemas de inovação e start-ups por meio do desenvolvimento do empreendedorismo de baixo carbono e da conexão entre empreendedores, cadeias de suprimento e investidores.

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Este boletim é um dos principais produtos jornalísticos do Instituto Clima e Sociedade, enviado mensalmente para atualizá-los sobre as novidades no universo das mudanças climáticas. Quer colaborar com o nosso conteúdo? Acesse o formulário aqui. Caso tenha outras sugestões, dúvidas ou críticas, envie um e-mail para andreia@climaesociedade.org