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BOLETIM iCS
Outubro 2018
Especial: O que o relatório do IPCC pode nos dizer de novo?

Como as mudanças climáticas influenciam nossa saúde?

#RiseForClimate: o movimento que ecoou pelo mundo

Seu candidato conhece as agendas de clima, florestas e agricultura?

Canal jornalístico ajuda a traduzir ciência do clima para leigos

Cidades, mobilidade e impasses ambientais

Mobilidade sob a ótica das mudanças climáticas e de gênero

LANÇAMENTO: Guia de direitos dos usuários de transporte público

TEDx abre as portas para cidades mais caminháveis

Brasil do Amanhã discute florestas e sua importância para a sociedade

Quem está elegível a receber Títulos Verdes?

Os subsídios para as energias limpas são injustos com o consumidor?

Diálogo de Tanaloa discute relatório do IPCC no combate às mudanças climáticas

ÚLTIMA CHAMADA: Mais ônibus, menos diesel

Soluções criativas (e radicais) para o trânsito e poluição de São Paulo

Meio ambiente e riquezas naturais são os maiores orgulhos nacionais

Conexão de comunicadores para o fortalecimento de áreas estratégicas

RELATÓRIOs

DOAÇÕES APROVADAS EM SETEMBRO


ACONTECE NO BRASIL
ESPECIAL: O que o relatório do IPCC pode nos dizer de novo?

No próximo dia 8 de outubro, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas das Nações Unidas (IPCC, na sigla em inglês) lança seu novo relatório sobre impactos do aquecimento no mundo – e, principalmente, em nossas vidas. De acordo com a prévia do documento, caso as emissões de gases de efeito estufa permaneçam no ritmo atual, o aumento médio da temperatura global ultrapassará a faixa de 1,5°C em relação ao nível pré-industrial já por volta de 2040. Vale lembrar que a meta do Acordo de Paris é impedir que isso aconteça até o final do século.

Uma das avaliações prévias do documento indicam, no entanto, que atingir o objetivo principal do Acordo até 2100 pode ser insuficiente para frear a desestabilização das calotas glaciais da Antártida e da Groenlândia, o que geraria uma elevação significativa do mar nos próximos séculos. De acordo com o resumo provisório, o sonho da estabilização do aquecimento a +1,5°C demanda neutralidade nas emissões de CO2 em até meados do século – em outras palavras, emitir menos gases de efeito estufa do que somos capazes de retirar da atmosfera. Se isso realmente acontecer até 2030, nossas chances aumentam, avalia o IPCC.

Crédito: Elizabeth Lies/Unsplash

Às vésperas das eleições, os brasileiros e brasileiras têm a oportunidade de conferir no Observatório do Clima como é a plataforma climática dos candidatos a ocupar o cargo máximo da política nacional, a presidência da República. Questões como descarbonização da economia, combate ao desmatamento e incentivo a energias limpas foram comparadas com as agendas de cada candidato (a), para além de suas declarações. A manutenção do país no Acordo de Paris, aliás, é um dos tópicos. Vamos ter expectativas de que faremos as melhores escolhas para o bem coletivo no Brasil!

 

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POLÍTICA CLIMÁTICA E ENGAJAMENTO
Como as mudanças climáticas influenciam nossa saúde?

Os múltiplos riscos das mudanças climáticas à saúde humana, suas consequências e histórias atuais dos seus respectivos impactos foram pautas centrais do Encontro Internacional sobre Clima e Saúde, realizado no dia 13 de setembro, em Brasília. Organizado pela parceria entre o iCS e a Embaixada da Alemanha, o evento reuniu profissionais, especialistas e estudantes com apresentações que trouxeram as perspectivas nacionais e internacionais a respeito dos entrelaçamentos das agendas de clima e saúde. Entre as diversas palestras, Helen Gurgel, coordenadora do Laboratório de Geografia, Ambiente e Saúde da Universidade de Brasília (UnB), apresentou a divisão exposta no último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, em português) para os efeitos do clima na saúde: diretos (tempestades, secas, inundações e ondas de calor), indiretos (qualidade da água, poluição do ar e mudanças ecológicas) e as dinâmicas sociais

Crédito: Gustavo Amora

O evento trouxe especialistas de Moçambique, Canadá e Alemanha, mostrando diferentes experiências em cada um desses contextos culturais. Já entre os speakers brasileiros, nos deparamos com os dados alarmantes das apresentações – como, por exemplo, os efeitos da poluição atmosférica na saúde gestacional e feta, podendo provocar baixo peso ao nascer, retardo do crescimento intrauterino, prematuridade, entre outras consequências.  Confira o vídeo na íntegra e acesse à repercussão das publicações digitais no Valor Econômico, Deutsche Welle Brasil, Fiocruz, Gife e UOL.

Crédito: Gustavo Amora

NOVIDADES: com base no evento realizado, o iCS vai lançar uma websérie chamada “Clima + saúde”, que traz recomendações às autoridades, conteúdo e mais informações sobre o tema em pequenos vídeos gravados pelos palestrantes durante o encontro internacional. Aguardem!

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#RiseForClimate: o movimento que ecoou pelo mundo

O dia 8 de setembro de 2018 entrou para a história. Mais de 250 mil ativistas climáticos realizaram 900 ações em 95 países, incluindo uma marcha de 30 mil pessoas nas ruas de São Francisco (EUA), para lutar pelo fim do uso de combustíveis fósseis e adotar uma transição imediata e justa rumo a energias 100% limpas e renováveis para todos. Grupos como a 350.org, que lideram as mobilizações, têm como proposta central desafiar o poder da indústria de poluentes. O movimento, que no último mês promoveu ações em sete continentes - de Paris às ilhas Fiji - desafia investidores a desinvestir mais de $10 trilhões de dólares até 2020.

Já a diretora executiva, May Boeve, garantiu que a intenção é gerar uma mobilização grande a ponto de impedir o desenvolvimento de projetos de combustíveis fósseis em qualquer lugar do planeta.

“Trabalhamos com milhares de grupos em todo o mundo que estão na linha de frente dessa batalha, e o movimento cresce a cada dia”, finaliza. Veja mais informações!

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Seu candidato conhece as agendas de clima, florestas e agricultura?

A Coalizão Brasil lançou o hotsite Pelo Bom Uso da Terra, uma ferramenta para pressionar candidatos a assumirem compromissos na área de clima, florestas e agricultura. Além de destaque às 28 propostas elaboradas pela coalizão, que podem ser implementadas em um mandato de quatro anos e ajudarão o país a iniciar uma revolução no uso da terra, é possível enviar mensagens automáticas aos principais candidatos à presidência. Uma excelente alternativa para demonstrar apoio ou crítica às propostas. Conheça!

Crédito: Divulgação

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Canal jornalístico ajuda a traduzir ciência do clima para leigos

A revista Galileu criou um canal com apoio do ClimaInfo para a cobertura especial do relatório do IPCC. O canal Galileu e o Clima reúne reportagens, infográficos e vídeos para explicar a ciência do clima para o público em geral. Ele fica no ar de setembro a outubro. A revista também publica reportagens sobre o tema em outubro e novembro em suas edições impressas. "As mudanças climáticas se tornaram mais um dos diversos temas que causam polarização na nossa sociedade atualmente", diz Giuliana de Toledo, editora-chefe da Revista Galileu. "Para combater a desinformação nesse campo, a ciência é importantíssima. A Galileu tem a missão de traduzir o conhecimento científico para que o leitor leigo entenda a dimensão dos problemas que estamos enfrentando, que não podem ser ignorados por questões ideológicas ou de qualquer natureza. A nossa cobertura pretende alertar para as mudanças, mas também apontar formas de enfrentamento que estão sendo estudadas." Todo o conteúdo será publicado aqui. Não deixe de acompanhar!

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TRANSPORTES
Cidades, mobilidade e impasses ambientais

Realizado em São Paulo no dia 4 de setembro, o seminário “Políticas públicas em debate: o que sabemos, o que queremos” reuniu diversos homens e mulheres especialistas para um debate interdisciplinar. Entre eles, o trio Ciro Biderman (pesquisador principal do Centro de Estudos de Política e Economia do Setor Público - CEPESP/FGV), Paula Santoro (urbanista e planejadora urbana, professora da USP) e Walter Figueiredo de Simoni (coordenador de transportes – iCS) para falar sobre cidades, mobilidade e impasses ambientais. “Sabemos que um ônibus substitui 30 carros na média, e emite o equivalente a dois carros. Todo mundo sabe, mas ninguém quer encarar”, diz Ciro.

Entre os temas abordados no encontro organizado pelo NexoJornal em parceria com Insper, Cebrap e Gife, destacam-se, por exemplo, o fato de que a maior parte da população brasileira vive em cidades e o transporte é o principal emissor de gases de efeito estufa nos centros urbanos. Para além de alternativas como a bicicleta, a discussão também tangenciou a necessidade de mudança no modelo tradicional de contratação no transporte público em razão da dificuldade de competição com aplicativos - como Uber e 99, e a urgência de se ouvir quem efetivamente precisa dos serviços e dos equipamentos das cidades.

Os impactos da mobilidade, aliás, se intensificam nas dimensões de classe, raça, gênero e entre as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Dados ressaltam que 74% das mulheres utilizam transporte público ou ativo, e a desigualdade de cor/raça está expressa entre a população que gasta entre 4 e 5 horas diariamente no trajeto do trabalho para casa.

Assista um dos vídeos da cobertura jornalística do seminário e os principais resultados do evento.

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Mobilidade sob a ótica das mudanças climáticas e de gênero

O que a mudança climática tem a ver com mobilidade e gênero? Esse foi o ponto de partida do debate organizado pelo movimento Nossa BH, no dia 18 de setembro, que teve como ênfase o estímulo à participação social na formação e controle das políticas municipais de Belo Horizonte (MG). Sabe-se que o transporte além de ser a principal fonte de emissão de gases de efeito estufa em cidades, também causa impactos de gênero e classe social entre as pessoas que mais tempo perdem no movimento pendular casa-trabalho diariamente. Durante o encontro, houve também o lançamento do “#Guia Mudemos o Sistema, Não o Clima”, adaptado da edição francesa publicada pelo coletivo Attac France (Officiel).

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LANÇAMENTO: Guia de direitos dos usuários de transporte público

Informar ao cidadão sobre seus direitos de consumidor de transporte coletivo é uma missão. Por isso, o principal objetivo do Guia do Usuário de Transporte Público, lançado em setembro pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), é disseminar ao máximo as informações do documento. Nele encontramos os direitos dos usuários estabelecidos por quatro legislações federais: a Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei 12.587/12), o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90), a Lei dos Direitos do Usuário dos Serviços Públicos (Lei 13.460/17) e a Lei das Concessões (Lei 8.987/95). Para além de mostrar quais são os direitos, o material também oferece orientações sobre onde e como reivindica-los. Faça o download!

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TEDx abre as portas para cidades mais caminháveis

O TEDxCampinas abriu espaço para a mobilidade! Gabriela Callejas, diretora da organização Cidade Ativa, foi convidada para abordar os motivos e experiências que a levaram a trabalhar em favor dos pedestres. Com a palestra “O que nos move? Cinco (ou mais) motivos para lutar por cidades caminháveis”, Gabriela mostrou ao público que a priorização da mobilidade a pé gera cidades mais inclusivas, saudáveis, eficientes e reduzem a dependência do uso de carros, além de fortalecer o sentimento de cidadania. Assista ao vídeo!

Agora será a vez da Colômbia refletir sobre o tema. O Como Anda, projeto desenvolvido pela Cidade Ativa e Corrida Amiga com apoio do iCS, foi selecionado para participar da Conferência Internacional de Pedestres Walk 21, em Bogotá neste mês. Acompanhe a nossa cobertura do evento pelo Facebook entre os dias 15 e 29 de outubro. Para saber mais, acesse o site da Walk 21.

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ECONOMIA DE BAIXO CARBONO
Brasil do Amanhã discute florestas e sua importância para a sociedade

A Plataforma 2018: Brasil do Amanhã realizou o sétimo evento da série de encontros no Museu do Amanhã, abordando a temática de Economia das Florestas. Adalberto Veríssimo, pesquisador sênior e co-fundador do Imazon, criticou o desmatamento na Amazônia e ressaltou a importância do monitoramento florestal.

Já Adriana Ramos, do Instituto Socioambiental (ISA), reforçou a ideia de que o mercado precisa compreender e reconhecer a dinâmica própria da floresta, e o quanto ela impacta em setores como o agropecuário. Os últimos debates da Plataforma 2018 serão sobre Energia (01/10) e Educação (15/10). Reveja o debate sobre Florestas!

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Quem está elegível a receber Títulos Verdes?

“Não Perca Esse Bond: ativos e projetos elegíveis à emissão de Títulos Verdes em setores-chave da economia brasileira” é o título da publicação lançada pela SITAWI apoiada pelo Instituto Clima e Sociedade. O estudo visa o debate e o estimulo ao crescimento em volume do mercado brasileiro de Títulos Verdes – alinhado à agenda ambiental e climática do país. São, ao todo, 104 atividades e tecnologias elegíveis a receberem recursos de Títulos Verdes apresentadas pelo guia, em nove setores-chave da economia brasileira: Agropecuário, Biocombustíveis, Elétrico, Florestal, Imobiliário, Industrial, Saneamento e Resíduos, Transportes e Financeiro, este último com atuação transversal em relação aos demais setores. Conheça o excelente estudo da SITAWI!

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ENERGIA
Os subsídios para as energias limpas são injustos com o consumidor?

Essa foi uma das questões abordadas pelo encontro “Reforma do Setor Elétrico” realizado no dia 19 de setembro em São Paulo. O evento foi organizado pelo Instituto Energia e Meio Ambiente (Iema). Na plateia, pesquisadores do campo da energia e profissionais do terceiro setor. No encontro, Rutelly Marques da Silva, consultor legislativo do Senado Federal, mostrou ponderações sobre os impactos sociais do preço da eletricidade e dos impactos ambientais das fontes de geração. Ele integrou a equipe do Ministério de Minas e Energia que propôs a reforma, tramitando no Congresso Nacional. Rutelly foi secretário-adjunto da Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda. Também foi conselheiro de administração da Light, do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes e da Empresa de Pesquisa Energética, além de conselheiro fiscal do Banco da Amazônia.

Crédito: Unsplash

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EVENTOS
Diálogo de Tanaloa discute relatório do IPCC no combate às mudanças climáticas

Palavra tradicional usada em Fiji para refletir um processo de diálogo inclusivo, participativo e transparente, Tanaloa originou o Tanaloa Dialogue for Climate, grupo que articulará em parecia com o CEBDS o evento Diálogo de Tanaloa, no próximo dia 19 de outubro, entre 13h e 18h, no Museu do Amanhã (RJ). Com objetivo de submeter contribuições empresariais e da sociedade civil à Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC, em inglês), o encontro terá uma palestra magna de apresentação do Relatório Especial do IPCC sobre o Aquecimento Global de 1.5º C, além de painéis sobre a participação de empresas no cumprimento do Acordo de Paris e o papel da sociedade no combate às mudanças climáticas. Confira a programação e faça sua inscrição

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PESQUISAS E EDITAIS
ÚLTIMA CHAMADA: Mais ônibus, menos diesel

Vamos mudar o transporte público da sua cidade? Faça parte deste movimento com sua organização e seus parceiros. A Purpose vai apoiar grupos de instituições e movimentos em três cidades brasileiras que queiram fazer uma campanha de substituição dos ônibus a diesel por combustíveis limpos em suas cidades ou regiões metropolitanas. O edital é aberto para todo Brasil (com exceção da cidade de São Paulo) e receberá propostas de campanhas até o dia 05/10.  Será oferecido para cada grupo selecionado: I) mentoria contínua de estratégia política, comunicação e articulação; II) produção de materiais de comunicação; III) tradução de conhecimento e informações complexas sobre transição energética para a população;
IV) e R$ 10.000,00 para usar na campanha. Amanhã é o último dia de inscrição!
Espalhe em sua cidade e participe: http://www.maisonibusmenosdiesel.org

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Soluções criativas (e radicais) para o trânsito e poluição de São Paulo

Você sabia que os milhões de carros, caminhões e ônibus que circulam por São Paulo são responsáveis por mais de 90% da poluição do ar que acomete a cidade? Com o intuito de desvendar soluções criativas para o problema, a What Design Can Do e a Fundação IKEA abriram o Clean Energy Challenge São Paulo. Profissionais de todo o mundo podem enviar ideias que apresentem oportunidades radicais para o trânsito, reduzindo a dependência dos veículos motorizados, incentivando mobilidade ativa e o transporte solidário. No Brasil, as inscrições devem ser feitas até o dia 15 de novembro. Os vencedores, cujos projetos devem ser inovadores, práticos, escalonáveis, acessíveis e fáceis de entender, compartilharão um pacote de prêmios que inclui orçamento de produção e programa de aceleração personalizado. Participe!

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Meio ambiente e riquezas naturais são os maiores orgulhos nacionais

Lançada no mês de comemoração pelo Dia da Amazônia (5 de setembro) e o Dia do Cerrado (11 de setembro), dois biomas brasileiros ameaçados de extinção, uma pesquisa do IBOPE Inteligência encomendada pelo WWF-Brasil sobre o que os brasileiros e brasileiras pensam a respeito de áreas protegidas e meio ambiente revelou uma população com mais vontade se aproximar da natureza. Segundo os números, 27% dos entrevistados (entre os dias 21 e 26 de junho de 2018) acreditam que o desmatamento é a principal ameaça ao meio enquanto, enquanto 26% afirmam que é a poluição das águas. Entre as maiores razões de orgulho para o país, meio ambiente e riquezas naturais aparecem em primeiro lugar - com 39%, à frente de qualidade de vida (30%) e diversidade da população e da cultura (26%). Já para a pergunta sobre o desejo de ter mais contato com a natureza do que atualmente, 91% responderam que sim. Vale lembrar que a mesma pesquisa realizada em 2014 apontou 84% para a mesma pergunta. Leia da pesquisa completa!

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COMUNICAÇÃO
Conexão de comunicadores para o fortalecimento de áreas estratégicas

Profissionais que trabalham com comunicação de causas de interesse público tiveram duas oportunidades para dialogarem sobre o conceito de “Comunicação Transformadora”, em São Paulo. A primeira foi a iniciativa da rede Narrativas - um movimento para que as organizações da sociedade civil encontrem estratégias para pautar agendas e gerar mudanças - lançada durante o X Congresso GIFE. No encontro, dois cases foram apresentados com a participação de Juliana de Faria (ONG Think Olga) e Fernanda Cortez (Menos 1 Lixo). Os dois exemplos mostraram a comunicação como vetor estratégico para gerar transformação social em diferentes públicos-alvo. Reveja o evento aqui!


Outra iniciativa que superou as expectativas de público foi a Social Media Week São Paulo. O maior evento de mídias sociais da América Latina movimentou aproximadamente 8000 pessoas na ESPM com os seguintes números: 260 atividades entre workshops e debates realizados por 318 profissionais do mercado de comunicação, negócios e tecnologia. Entre os participantes, tivemos a apresentação de Bruna Galvão, gerente de campanhas, e de Caio Coimbra, gerente de comunicação - ambos da Purpose. Em um painel intitulado “Comunicando Causas: como planejar e impactar pessoas”, a dupla mostrou como as storytellings podem engajar diferentes atores em uma estratégia de impacto social.  Veja como foi a narrativa!

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Relatório de avaliação
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Doações Aprovadas em Setembro
Valor Doado
R$115.000,00
Duração
6 meses
Portfolio
Política Climática e Engajamento

Conectas Direitos Humanos

Propósito da Doação: Promover o desenvolvimento de um campo jurídico dedicado ao litígio climático no Brasil, apoiando a estratégia da Conectas em mudanças climáticas e direitos humanos.

Valor Doado
R$275.000,00
Duração
12 meses
Portfolio
Transporte

Casa Fluminense

Propósito da Doação: O projeto fortalecerá o Grupo de Monitoramento da Mobilidade Urbana no contexto da proposta de visão de longo prazo da Casa Fluminense para 2030. Ao utilizar métricas e indicadores e trazer instituições-chave como o ITDP, assim como importantes atores locais, este grupo analisará objetivamente os desenvolvimentos nos tópicos de mobilidade urbana, enquanto promove o acesso a oportunidades e reduz as desigualdades.

Valor Doado
R$30.000,00
Duração
6 meses
Portfolio
Energia

COPPE-UFRJ

Propósito da Doação: Este projeto busca investigar o papel do Brasil em um contexto global de estabilização climática, com ênfase na questão econômica. O estudo incorpora a avaliação de um mercado global de carbono, opções de mitigação e impactos econômicos relacionados à conformidade da NDC brasileira. Ele também assegura a continuidade no desenvolvimento do modelo de equilíbrio geral computável TEA (Total-Economy Assessment), que é um dos principais objetivos do projeto.

Valor Doado
R$290.000,00
Duração
2 meses
Portfolio
Política Climática e Engajamento

CPI - Climate Policy Initiative Brasil

Propósito da Doação: Para avançar a agenda climática do Brasil na transição para o próximo governo, o projeto se esforça para alcançar os seguintes resultados:
1. Vincular incentivos financeiros à conformidade ambiental no Plano Safra;
2. Melhorar os requisitos de compensação para o desmatamento legal;
3. Testar os mecanismos de responsabilização para processar o desmatamento ilegal e proteger a vegetação secundária.

Valor Doado
R$30.000,00
Duração
6 meses
Portfolio
Energia

CEBDS – Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável

Propósito da Doação: Para fortalecer a cultura de desenvolvimento sustentável dentro do setor privado, o congresso Sustentável 2018 envolverá os executivos na adoção da precificação interna de carbono nas corporações como um instrumento de planejamento estratégico e apoio à tomada de decisões em uma era de transição para uma economia de baixo carbono.

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Este boletim é um dos principais produtos jornalísticos do Instituto Clima e Sociedade, enviado mensalmente para atualizá-los sobre as novidades no universo das mudanças climáticas. Quer colaborar com o nosso conteúdo? Acesse o formulário aqui. Caso tenha outras sugestões, dúvidas ou críticas, envie um e-mail para andreia@climaesociedade.org