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BOLETIM iCS
Setembro 2018
Especial: Mês da mobilidade na arena de eleições

Um plano para zerar emissões a partir de 2060

Mudanças climáticas: riscos e oportunidades para o desenvolvimento do Brasil

Diálogos Futuro Sustentável: Clima e saúde é pauta do próximo evento

Brasil é palco da 4th Global Climate Policy Conference

C-20 discute temas como meio ambiente, clima e energia

Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental desembarca no Rio e Brasília

De leilões de eficiência energética até linhas de financiamento

Eficiência energética e produtividade estão mais próximos do que você imagina

De olho nas emissões do setor de aviação

Brasil está fora do trilho para cumprir compromissos climáticos

MapBiomas detalha ocupação territorial do Brasil desde 1985

Qual a importância de MRV para a implementação da NDC brasileira?

Mobilidade urbana como termômetro das mudanças climáticas

Diversidade: workshop de equidade de gênero e raça

#iCS Webinar: Projeto Roraima Renovável

ODS 13: iCS é bem avaliado em ranking de filantropia

Marilene Ramos está no conselho do iCS

RELATÓRIOs

DOAÇÕES APROVADAS EM AGOSTO


ACONTECE NO BRASIL
ESPECIAL: Mês da mobilidade na arena de eleições

Não importa em qual meio de transporte, esteja você numa rua desimpedida ou preso num congestionamento: estamos todos transitando pelo mês da mobilidade. Oficialmente, setembro nos traz múltiplas oportunidades de reflexão sobre uma das pautas mais importantes do Brasil afora. Milhares de cidades e organizações promovem iniciativas, eventos e fóruns de discussão sobre os mais diversos modos de deslocamento, políticas de ocupação e do transporte público como direito social. Segundo as metas da Agenda 2030, “cidades e comunidades sustentáveis” é o décimo primeiro dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que prevê a garantia do acesso aos sistemas seguros de locomoção e a preço acessível, segurança rodoviária, aumento da urbanização inclusiva e muito mais.

Sendo o transporte de passageiros a principal fonte de emissão de gases de efeito estufa das cidades brasileiras, compreendemos a necessidade urgente de aprofundar o debate sobre mobilidade urbana. Porém, por onde começar? Um bom caminho é desestimular o uso de veículos individuais motorizados, acelerar o investimento em transportes públicos de qualidade e lutar pela redução das desigualdades territoriais.

Henrique Silveira, coordenador executivo da Casa Fluminense, reforça que falar de mobilidade plena vai muito além de transporte. “Mobilidade urbana é acesso à cidade. É o nosso direito de acessar emprego, trabalho, serviços, oportunidades e lazer a partir do nosso local de moradia. É também uma discussão forte sobre planejamento urbano e como distribuímos as oportunidades de forma mais equânime no território”, esclarece. Ou seja: não é sobre uma maneira de se deslocar, mas sobre o reordenamento urbano e como se estrutura todo um sistema de possíveis modos de transporte para toda a população – sobretudo quem vive nas periferias.

Crédito: Divulgacão

O cenário brasileiro de mobilidade é extremamente caótico. Prova disso foi a pesquisa americana Expert Market, que analisou os principais centros de transporte do mundo e apontou o Rio de Janeiro como a pior classificação entre as 74 posições do ranking, no qual Brasília, Salvador e São Paulo também ocuparam posições negativas – 68, 70 e 72 respectivamente. “O Rio tem o maior tempo do deslocamento entre casa e trabalho do país. O que a sociedade quer são respostas para sairmos dessa condição desconfortável, que vai drenar a qualidade de vida do conjunto da população, da classe trabalhadora e dos precisam fazer grandes deslocamentos diários”, alerta Silveira.

Em tempos de pré-eleições, a Casa Fluminense cobra do poder legislativo e executivo os cinco pontos consolidados no capítulo de mobilidade urbana da Agenda Rio 2030, que visam o aumento do número de trens metropolitanos, dos metrôs de superfície e do número de viagens, a ampliação de investimentos em transportes coletivos, a redução dos intervalos de tempo, modernização das estações e melhoria da acessibilidade. Soma-se a isso, o grande problema do transporte individual motorizado. “Precisamos de mais estruturas para pedestres, ciclovias e criar mais restrições ao uso do carro. Esta é uma visão de futuro importante em uma cidade mais humana”.

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POLÍTICA CLIMÁTICA E ENGAJAMENTO
Um plano para zerar emissões a partir de 2060

Uma comitiva do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC) entregou ao presidente da república, Michel Temer, a Proposta Inicial de Implementação da NDC (Contribuição Nacionalmente Determinada). Alfredo Sirkis, coordenador executivo do FBMC, explicou que a proposta é compatível com uma estratégia de neutralidade de carbono no início da segunda parte do século. Entre os presentes na reunião realizada no Palácio do Planalto estavam, além de Sirkis, Ana Carolina Szklo (representante do CEBDS), Ana Toni, diretora executiva do iCS, e Virgílio Viana, diretor da Fundação Amazônia Sustentável.

Crédito: Divulgação

No mesmo encontro, Temer assinou um documento com pedido ao FBMC para elaborar - em quatro meses - uma proposta que viabilize zerar emissões líquidas de gases de efeito estufa a partir de 2060. A justificativa de Temer é a de que o Brasil necessita incluir estratégia de longo prazo em sua NDC.

Crédito: Divulgação

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Mudanças climáticas: riscos e oportunidades para o desenvolvimento do Brasil

Os candidatos às eleições têm um novo documento para ler. São 28 propostas assinadas por 170 entidades do agronegócio, academia, sociedade civil e empresas que atuam no campo ambiental. A cartilha traz sugestões como incentivos para aumentar a produção de alimentos no país de maneira sustentável, modernizar as práticas agropecuárias e fortalecer a preservação ambiental. O documento organizado pela Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura chegou em um momento importante, no qual o país responde por 7% da exportação mundial de alimentos e conta com a maior biodiversidade do planeta. Confira!

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Diálogos Futuro Sustentável: Clima e saúde é pauta do próximo evento

No próximo dia 13 de setembro, o iCS e a Embaixada da Alemanha realizam, em Brasília, o Encontro Internacional sobre Clima e Saúde. O evento é o quinto da série Diálogos Futuro Sustentável e se propõe a um debate qualificado sobre os desafios atuais que as mudanças climáticas representam e impactam na saúde humana. O encontro será estruturado em dois painéis, com perspectivas nacionais e internacionais. Entre os palestrantes destacamos Carol Devine (MSF-Canadá), Christovam Barcellos (Ministério da Saúde) e Neilor Cardoso Guilherme (Hospital Albert Einstein/Projeto Hospitais Saudáveis). Para se inscrever e ter mais detalhes sobre a programação, clique aqui!

Crédito: Divulgação

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Brasil é palco da 4th Global Climate Policy Conference

A quarta Global Climate Policy Conference (GCPC) em São Paulo foi um sucesso! Além de reunir participantes de diferentes continentes, proporcionou um forte espaço de trocas e aprendizados acadêmicos no campo de pesquisa. Entre os diversos temas apresentados, destacamos os painéis de transição energética, resiliência e sustentabilidade das cidades, uso da terra, implementação da NDC na América Latina e inovação das políticas de energias renováveis. Aproximadamente 60 pessoas – entre pesquisadores, jornalistas e representantes mundiais - lotaram o auditório da FGV, tornando o debate ainda qualificado e potente no campo da governança climática. O evento foi apoiado pela Oak Foundation e realizado pela parceria entre a Climate Strategies, o Instituto Clima e Sociedade, a Iniciativa Climática do México (ICM) e a Fundação Konrad Adenauer. Veja as fotos!

Crédito: Ricardo Lisboa

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C-20 discute temas como meio ambiente, clima e energia

Mais de 250 representantes de entidades civis membros do C-20 (Civil-20 - o braço da sociedade civil do G-20, grupo de países do qual o Brasil é participante) se reúniram na Argentina para um debate sobre saúde integral, educação e inclusão, gênero e equidade, anticorrupção, meio ambiente e energia. Uma das mesas, mediada por Alice Amorim, do iCS, falou sobre Meio Ambiente, Clima e Energia com o apoio do Enrique Konstantinidis, Silvia Alonso, do Movimento Católico Global pelo Clima, e Clemir Fernandes, do Instituto de Estudos da Religião (ISER), representando o Fé no Clima. Clemir, aliás, enfatizou como essas conexões têm resultado em esforços qualificados de maior atuação das comunidades religiosas envolvidas com as mudanças climáticas. Do encontro, criou-se um documento que se pretende incluir na reunião oficial do G-20, que será realizada em novembro, também em Buenos Aires.

Crédito: Divulgação

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Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental desembarca no Rio e Brasília

Crédito: Divulgação Ecofalante

Pela primeira vez, a Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, o evento mais importante da América Latina dedicado à temática socioambiental, fez uma itinerância no Rio de Janeiro após a realização da sétima edição em São Paulo, na qual foram exibidos 121 filmes de 31 países, representando todos os continentes. Ao todo, Rio e Niterói tiveram a oportunidade de assistir 45 filmes, além dos cinco debates e dois bate-papos com os realizadores. Entre os dias 7 a 16 de setembro, será a vez de Brasília receber a mostra com novidades na programação. Não perca!!

Crédito: Site Mostra Ecofalante

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ENERGIA
De leilões de eficiência energética até linhas de financiamento

A 15ª edição do Congresso Brasileiro de Eficiência Energética (COBEE, da ABESCO), em São Paulo, reuniu atores diversos para discutir sobre energia, sustentabilidade e meio ambiente, incluindo ações e programas nas atividades empresariais, além dos desafios e oportunidades para o setor nos próximos anos. Os painéis e palestras transitaram por temas desde leilões de eficiência energética no Brasil até linhas de financiamento, passando por uma avaliação de resultados do Programa de Eficiência Energética e fomento da norma de Gestão de Energia nas Indústrias Brasileiras.

Crédito: Divulgação

“Ainda há muito a ser feito no país em termos de eficiência energética. O tema tem sido tratado muito mais como obrigação das distribuidoras em investir em eficiência energética do que como oportunidade. Os leilões, ao trazer mecanismos de mercado como a competição e a remuneração com base na economia obtida, é uma inovação porque leva empresas a terem interesse no investimento e pode fazer com que a eficiência se torne, enfim, uma realidade no Brasil. O potencial é enorme”, avalia Ricardo Lima, que apresentou trabalho realizado em Roraima em parceria com o iCS.

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Eficiência energética e produtividade estão mais próximos do que você imagina

Os “Desafios da Eficiência Energética na Indústria Brasileira” foi o tema principal do último evento organizado pelo Climate Policy Initative (CPI) no Rio de Janeiro. Ponto central de estudo apresentado pelo CPI, a relação entre eficiência energética e produtividade se mostrou evidente. Ou seja, o desafio da agenda energética está inserido em questões mais amplas sobre competitividade da indústria. Baseado em informações para 106 setores da indústria de 2003-2015, o documento mostra que, embora as empresas tenham melhorado seus indicadores de eficiência, as dinâmicas dos mercados geram um retrocesso na participação das empresas mais eficientes. Isso significa que um desafio para a agenda é justamente eliminar barreiras de fora, e não de dentro de empresas.

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ECONOMIA DE BAIXO CARBONO
De olho nas emissões do setor de aviação

O Brasil deve participar do Esquema de Redução de Emissões da Aviação Civil (Corsia, na sigla em inglês) com o objetivo de reduzir e compensar a emissão de gases de efeito estufa especificamente no setor. Esta é a principal recomendação do estudo realizado pelo Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam) em parceria com organizações da sociedade – Instituto Centro Vida (ICV), Fundação Amazonas Sustentável (FAS) e Imazon, entre outros.

O Corsia, liderado pela International Civil Aviation Organization (Icao), da Organização das Nações Unidas (ONU), entrará em vigor a partir de 2021 com adesão voluntária de países como Estados Unidos, Tailândia, Reino Unido, México e Jamaica. Até o momento, 72 nações já se comprometeram a participar, representando 70% das atividades da aviação internacional. 

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Brasil está fora do trilho para cumprir compromissos climáticos

No dia 14 de agosto, O SEEG lançou um novo relatório intitulado “Emissões de GEE no Brasil e suas implicações para políticas públicas e a contribuição brasileira para o Acordo de Paris”. Trata-se de uma síntese das últimas quatro publicações analíticas setoriais do Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa até o ano de 2016. Na verdade, estima-se que o próximo presidente da república, a ser eleito em outubro, terá que lidar com uma realidade: o Brasil está longe de cumprir a promessa exposta no Acordo de Paris para as mudanças climáticas e recentes alterações na política ambiental tornam esse quadro ainda mais complexo. Confira as 10 recomendações do Observatório do Clima contidas no relatório sintetizado.

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MapBiomas detalha ocupação territorial do Brasil desde 1985

INÉDITO! O MapBiomas estreou o novo conjunto de dados de mapeamento que permite a investigação da ocupação territorial de qualquer parte do Brasil, ano a ano, desde 1985. De acordo com Tasso Azevedo, coordenador do projeto, trata-se da mais longa série de dados sobre cobertura e uso da terra no Brasil – além de ser inovador também no mundo. A ferramenta, que permite descobrir o que houve no Brasil com uma resolução em pixels de 30 x 30 metros, é pública, inédita e gratuita. Navegue pela plataforma!

Crédito: Divulgação

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Qual a importância de MRV para a implementação da NDC brasileira?

O WRI Brasil organizou, em parceria com o iCS, o evento “Desafios da Governança na Criação de um Sistema de MRV para a NDC Brasileira”. Em pauta, a importância de sistemas de mensuração, relato e verificação (MRV) para fortalecer a implementação da NDC e como pré-condição para a criação de sistema de precificação e apoio ao aperfeiçoamento de emissões para o setor industrial. Outra recomendação apontou que a agenda climática deve ser transversal a todas as políticas públicas. O encontro foi uma oportunidade de somar reflexões, comentários e sugestões para o desenvolvimento de um Working Paper produzido pelo WRI Brasil. Escute a entrevista da Juliana Speranza, especialista do programa de Clima,  para a rádio BandNews!

Crédito: WRI

Os participantes do evento receberam a versão traduzida do Guia para Elaboração de Programas Mandatórios de Relato de Efeito Estufa, feito pelo WRI Global, que é uma contribuição metodológica para o sistema nacional para o setor organizacional (que está em discussão pelo Governo Federal).

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TRANSPORTE
Mobilidade urbana como termômetro das mudanças climáticas

A Como Anda promove o Caminhos Cruzados, uma experiência de debate virtual para discutir um tema com abordagens distintas. A proposta é a seguinte: os convidados devem responder a três perguntas elaboradas pela organização e comentar a resposta do outro para, assim, fomentar divergências, particularidades e semelhanças nas visões sobre mobilidade a pé. Em agosto, Aline Cavalcante, articuladora da Coalizão Clima e Mobilidade Ativa (CCMob) e Walter de Simoni, coordenador do portfólio de transporte do iCS, assumiram o protagonismo no debate da mobilidade urbana como termômetro das mudanças climáticas. Leia o texto na íntegra!

Crédito: Ryoji Iwata - Unsplash

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POR DENTRO DO ICS
Diversidade: workshop de equidade de gênero e raça

De olho na Agenda 2030 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o iCS promoveu um workshop no dia 10 de agosto sobre equidade de gênero e de raça. Ministrada pela doutora em psicologia Maria Aparecida Bento, diretora executiva do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT), a atividade trouxe grandes reflexões sobre a atuação do Clima e Sociedade na redução das desigualdades raciais que estruturam os diversos espaços e contextos do Brasil.

Os funcionários do iCS tiveram um dia inteiro de debate com a equipe do CEERT, incluindo apresentações e planos de ação. Segundo uma pesquisa da Oxfam, o Brasil é o segundo país com maior desigualdade dentre os membros do G-20 – perdendo apenas para a África do Sul. Isso se deve à insuficiência de mecanismos institucionais de inclusão, além dos dispositivos de reprodução de hierarquias e desigualdades sociais, nas quais destacamos o racismo. No workshop, Cida Bento apresentou dados de estudos que relacionam as desigualdades com as mudanças climáticas, nos levando a refletir sobre privilégios sociais, maior incidência de efeitos das alterações do clima na população mais vulnerável, engajamento, representação feminina em questões ambientais e muito mais.

Crédito: CEERT

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#iCS Webinar: Projeto Roraima Renovável

No dia 7 de agosto, o Instituto Clima e Sociedade realizou o segundo webinar em sua sede no Rio de Janeiro. O evento online teve como pauta a discussão sobre os desafios e perspectivas do estado de Roraima - localizado na região norte do Brasil – no contexto do setor elétrico brasileiro. Foram aproximadamente duas horas de apresentações sobre o potencial elétrico de Roraima, assim como as especificidades do clima, custo da importação da energia da Venezuela, de 46% de território indígena, entre outros. Ao total, a transmissão foi estruturada em sete apresentações ministradas por diversos atores sociais – entre representantes do governo, coordenadores, uma diretora, um especialista e um consultor – a fim de compreendermos e problematizarmos a diversidade da comunidade, do clima e dos cenários do estado. Reveja as apresentações do webinar!

Crédito: Divulgação

"O webinar trouxe uma visão geral dos esforços envolvidos em parte das soluções do difícil quadro energético que Roraima vive, particularmente na capital de Boa Vista - na qual vivem 350 mil dos 480 mil habitantes do estado. O objetivo do iCS nesse projeto é contribuir para que todas essas pessoas tenham acesso à energia limpa. Para isso, o aumento da eficiência energética e o uso das fontes renováveis, que são abundantes em Roraima, podem contribuir para praticamente eliminar o uso do óleo diesel para geração de eletricidade em boa parte da Amazônia", explica Roberto Kishnami, coordenador do portfólio de energia do Clima e Sociedade.

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ODS 13: iCS é bem avaliado em ranking de filantropia

O SDGfunders é uma ferramenta capaz de mensurar como as instituições estão contribuindo para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Desde 2016, a plataforma mapeou US$69 bilhões de dólares aplicados nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Projetos ligados ao clima recebem uma pequena parcela desse recurso. Apenas 0,76% do dinheiro total apoia projetos ligados ao ODS 13, aquele que visa combater as mudanças climáticas. O Brasil recebe USD $8.3 milhões para o ODS 13, dos quais mais da metade passa pelo iCS. Globalmente, o iCS é a 16ª organização que mais recebe recursos no ODS 13 de clima. E mais: é também o maior captador do Brasil neste tema. Se considerarmos todos os ODS, o iCS é o 5º maior receptor do Brasil. Confira os destaques nos gráficos abaixo:


Crédito: SDGFunders


Crédito: SDGFunders

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Marilene Ramos está no conselho do iCS

Marilene Ramos é a mais nova integrante do conselho do Clima e Sociedade. Graduada em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e doutora em Engenharia Ambiental pela COPPE/UFRJ, ela foi diretora de infraestrutura e sustentabilidade entre 2016 e 2018, no Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – responsável pelas Área de Energia (AE), Área de Gestão Pública Socioambiental (AGS) e Área de Saneamento e Transporte (ASP). Foi presidente do IBAMA de 2015 a 2016, secretaria do Ambiente e presidente do Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro (INEA) de 2008 a 2014. Entre suas qualificações, Marilene se destaca por atuar no desenvolvimento e implementação de políticas públicas de meio ambiente com ênfase nas áreas de gestão, mudanças climáticas, saneamento, economia e finanças verdes. Além disso, ela também é professora da Escola de Administração Pública e Empresas da Fundação Getúlio Vargas (EBAPE/FGV). Conheça o time completo que forma o conselho.

Crédito: Divulgação

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Relatório de avaliação
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Doações Aprovadas em Agosto
Valor Doado
R$1.000.000,00
Duração
18 meses
Portfolio
Política Climática e Engajamento

Observatório do Clima

Propósito da Doação: Fornecer uma bolsa de apoio geral ao Observatório do Clima (OC), que fortalecerá a capacidade de incidência do OC na ambição climática brasileira. A doação também vai apoiar a produção anual de estimativas de emissões de GEE para o Brasil, análises e recomendações para a descarbonização econômica (e a evolução da política climática), o desenvolvimento de recomendações para a Estratégia Brasileira de Longo Prazo e a incorporação do OC como uma organização independente.

Valor Doado
R$1.000.000,00
Duração
12 meses
Portfolio
Transporte

ITDP – Instituto de Políticas de Transporte & Desenvolvimento

Propósito da Doação: Contribuir para a adoção e melhoria das políticas de mobilidade urbana de baixo carbono em todo o Brasil - concentrando-se no uso de métricas e indicadores como princípios orientadores para os formuladores de políticas e a sociedade civil. O projeto desenvolverá as atividades de capacitação, pesquisa e comunicação com foco nos princípios de desenvolvimento orientados para o transporte, utilizando a base de dados MobiliDADOS como peça central. Além disso, também apoiará o ITDP na definição das metas de carbono do Brasil para mobilidade urbana.

Valor Doado
R$745.000,00
Duração
12 meses
Portfolio
Energia

Instituto Escolhas

Propósito da Doação: Produzir conhecimento em questões chave rumo à transição do Brasil para uma economia de baixo carbono. A geração de energia e as vias de baixo carbono para a economia brasileira são as principais áreas a serem trabalhadas.

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Este é um boletim mensal enviado pelo Instituto Clima e Sociedade – iCS
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