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BOLETIM iCS
Fevereiro 2019
Pesquisa comprova o alinhamento das doações do iCS com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

O Brasil e o futuro das energias renováveis

Calculadora do IDEC esclarece os gastos da conta de luz

Energia alternativas para comunidades tradicionais amazônicas

Está no ar o relatório de atividades de 2018 do Projeto Kigali!

iCS participa da reunião anual do KCEP

Eficiência energética ganha destaque no Plano Decenal de Energia

Maior padrão de performance, menor custo na conta

#Quanto é? morar longe?

18 estados brasileiros não fazem controle da qualidade do ar

A desigualdade de gênero na mobilidade urbana

Evento debate sobre planejamento, monitoramento e gestão de mobilidade

What Design Can Do seleciona finalistas do The Global Challenge

Institutos Alziras e a missão na Alemanha

Próximo Diálogos Futuro Sustentável discutirá energias renováveis

Seis dúvidas climáticas e ambientais para a presidência de Jair Bolsonaro

Reunião sobre Venture Philantrophy discute novas formas de investimento e impacto social

Workshop reúne ONGs para discutir e fortalecer a comunicação institucional

CLIMA + SAÚDE

NAVEGANDO POR ROTAS DE DESCARBONIZAÇÃO


POR DENTRO DO iCS
Pesquisa comprova o alinhamento das doações do iCS com os Objetivos de desenvolvimento Sustentável

O trabalho do Instituto Clima e Sociedade e de seus donatários contribui para alcançar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)?  “Sempre tivemos a intuição de que nosso trabalho se alinha muito os ODS. No entanto, recentemente isso deixou de ser apenas uma percepção: agora temos dados quantitativos, sistematizados, que demonstram como isso acontece”, explica Luiza de Mello e Souza, gerente de relações institucionais da organização.

Os quatro portfólios do iCS foram objetos de um estudo produzido por Clara Costa e Raíssa Ferreira, graças a uma parceria entre o iCS e o Mestrado em Análise Política Internacional da PUC-Rio. O objetivo do trabalho foi analisar o alinhamento dos projetos apoiados pelo iCS com a Agenda 2030, que visa renovar o compromisso dos países na busca por melhores condições de vida. A abordagem do plano de ação prioriza o desenvolvimento social, econômico e ambiental, que é traduzido em 17 Objetivos (ODS) e 169 metas associadas.

A partir de uma leitura cuidadosa dos ODSs e suas metas, além de resumo de 122 apoios dados pelo Clima e Sociedade, as pesquisadoras detectaram que a grande maioria dos projetos apoiados estão alinhados a pelo menos um ODS, e a pelo menos uma meta específica.


De fato, o conjunto dos projetos apoiados contempla doze dos dezessete Objetivos, sendo que aparecem de forma mais incisiva: ODS 13, sobre combate às mudanças climáticas, com 40 projetos alinhados; ODS 7, sobre acesso à energia, com 22 propostas, e ODS 11, sobre cidades sustentáveis, com 21 – estes três ODS se alinham com 68% das doações analisadas. Além destes, tanto o ODS 9, de infraestruturas sustentáveis, como o ODS 16, sobre sociedades inclusivas, se alinham com outras 11 doações cada um. No geral, 45% das doações realizadas se alinha também a um segundo ODS.

Segundo as pesquisadoras, “a análise realizada reafirma a vocação do Instituto de fazer a ponte entre agendas climática e social”. Elas destacam que explicitar o alinhamento entre o iCS e os ODS pode contribuir para melhorar a comunicação sobre o trabalho realizado, assim como para a avaliação do trabalho feito por iCS e seus donatários.

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ENERGIA
O Brasil e o futuro das energias renováveis

O Instituto Escolhas lançou um vídeo no qual faz breve resumo do estudo “Quais os reais custos e benefícios das fontes de geração elétrica no Brasil?”. No Brasil, mais de 80% da eletricidade é proveniente de fontes renováveis, sendo a maior parte de hidrelétricas. Esse modelo, no entanto, gera controvérsias técnicas, econômicas, sociais e ambientais, como a redução das chuvas, o alto custo de implementação e manutenção, a remoção de pessoas e o alagamento de áreas do entorno. O vídeo mostra, como alternativa, que o país pode aumentar em 68% a participação de novas fontes renováveis em nossa matriz energética até 2035 (como eólica, solar e biomassa) sem afetar a competitividade e atratividade para os consumidores ou prejudicar o acesso à energia. Assista!


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Calculadora do IDEC esclarece os gastos da conta de luz

O IDEC (Instituto de Defesa do Consumidor) lançou o “É da sua conta”, calculadora que ajuda os usuários a identificarem os custos de suas contas de luz em diferentes situações, esclarece cada item da fatura e explica os sistemas tarifário e energético brasileiro. A premissa é simples: sem entender a informação, não é possível reivindicar direitos.  Na plataforma, o IDEC vai ainda mais longe e cria um exemplo de como seria a conta de luz ideal enviada para a casa dos clientes, com todas as informações e explicações necessárias, além de transparência nas fontes de energia e nos investimentos feitos com o dinheiro do cidadão. Para completar, tudo sobre eficiência energética, sua importância e impacto que exerce sobre nossas vidas. Conheça a plataforma.


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Energia alternativas para comunidades tradicionais amazônicas

A Feira/Simpósio ENERGIA & COMUNIDADES, que acontecerá entre os dias 25 e 28 de março em Manaus (AM) promete ser o ponto de encontro de soluções energéticas para comunidades da Amazônia - entre uma clientela crescente e o mercado de produtos e serviços voltados justamente à geração de energia alternativa (como solar, eólica e de biomassa de pequena escala e off grid) em sistemas isolados e remotos. Organizada por um comitê que engloba entidades como iCS, Instituto de Energia e Meio Ambiente (Iema), WWF, Instituto Socioambiental (ISA), entre outros, a feira foca em milhares de povoados e comunidades indígenas, ribeirinhas e tradicionais que não são atendidas pelo Sistema Interligado Nacional (SIN) e desejam substituir a geração de energia a diesel, onerosa e alta emissora de gases de efeito estufa. Saiba mais detalhes e participe!


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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
Está no ar o relatório de atividades de 2018 do Projeto Kigali!

O Projeto Kigali no Brasil tem origem na aprovação, em 2016, da Emenda de Kigali do Protocolo de Montreal, que controla a produção e consumo de HFCs, tipos de gases usados em refrigeradores de ar e que contribuem muito para o aquecimento global. A partir da criação do Programa de Eficiência de Refrigeração de Kigali (K-CEP), iniciativa filantrópica internacional que apoia projetos no mundo para promover o resfriamento limpo e eficiente, o iCS observou o cenário como oportunidade para alavancar estratégicas destinadas à promoção do potencial de eficiência energética no setor e também para fortalecer o ecossistema de ONGs relacionados à temática da conservação de energia.

São quatro principais focos do projeto no país: I) apoiar a inclusão de ações de eficiência energética de ar condicionado no planejamento do setor elétrico e também no plano de redução de HFCs; II) atuar para a adaptação laboratorial para a transformação do mercado brasileiro; III) avaliar a visibilidade técnica e econômica para um mercado brasileiro de compressores de alta eficiência; IV) atuar para que os níveis de eficiência energética dos ACs, o Programa Brasileiro de Etiquetagem e do Selo Procel sejam revistos para que fiquem mais próximos das melhores práticas mundiais.

Veja o relatório completo de conquistas e atuações do primeiro ano do Projeto Kigali aqui!

 

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iCS participa da reunião anual do KCEP

O Instituto Clima e Sociedade, por meio do Projeto Kigali, esteve na cidade de Ruanda para participar da reunião anual do Kigali Cooling Efficiency Program (KCEP), que recebeu todos os parceiros envolvidos na promoção da eficiência energética ao redor do mundo para discutir sobre os avanços, as lições aprendidas e planejar as ações conjuntas para 2019. “Na ocasião, o Projeto Kigali recebeu dois prêmios do KCEP, um pelos esforços para a aprovação dos novos níveis de eficiência energética para condicionadores de ar, e outro por submeter os relatórios periódicos sempre em dia e bem escrito”, explica Kamyla Borges Cunha, coordenadora do projeto no Brasil.


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Eficiência energética ganha destaque no Plano Decenal de Energia

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) publicou uma nota técnica sobre o consumo de energia elétrica para condicionamento de ar nas residências brasileiras, que mais do que triplicou nos últimos 12 anos. Ainda assim, parte do consumo de eletricidade foi evitado devido a ações de eficiência energética, com a estimativa de ganho acumulado de 8% entre 2005 e 2017. Embora haja avanços regulatórios, ainda existem barreiras a serem superadas para que o mecanismo de padrões de eficiência tenha resultados mais amplos no Brasil, como a necessidade de maior conhecimento do mercado e avaliação de resultados e impactos do mecanismo para posteriores aprimoramentos. Leia a nota completa e entenda o contexto.


A EPE também destacou a eficiência energética para aparelhos de ar condicionado na página 211 do Plano Decenal de Energia 2027. Os estudos indicam que o consumo de eletricidade por “pode condicionadores de ar nas residências crescer em torno de 4,5% ao ano, passando de 18,7 TWh em 2017 para 29,1 TWh em 2027, o que torna esse equipamento o principal responsável pelo incremento da demanda por energia elétrica do setor no horizonte decenal”, diz trecho.

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Maior padrão de performance, menor custo na conta

Os resultados preliminares do estudo de impacto regulatório realizado pelo iCS e o Lawrence Berkeley National Lab foram apresentados no Comitê Gestor de Índices de Eficiência Energética. Eles apontam para o fato de que, se aumentássemos padrões mínimos de performance dos atuais 3,02 W/W para cerca de 5 W/W a partir de 2021 teríamos baixo impacto financeiro ao consumidor final. O maior investimento seria pago em menos de um ano com a aquisição de um equipamento mais eficiente, graças ao efeito positivo na redução das contas de energia. Do ponto de vista nacional, a economia total até 2035 chegaria a R$ 44 bilhões com a energia que não seria mais demandada, além de uma redução de emissões correspondente a 96 MtCO2.


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TRANSPORTE
#Quanto é? morar longe?

O Instituto Escolhas lançou em janeiro a plataforma #Quanto é? Morar Longe. Nela, é possível identificar os custos monetários e não monetários associadas a cada área da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). O espaço contempla 39 municípios, 7.946 quilômetros quadrados e serve de moradia para 21,5 milhões de pessoas, segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Trata-se da quarta maior aglomeração urbana do planeta. O Escolhas disponibiliza, online, informações sobre preço da terra (R$/m2), qualidade da educação, índices de violência com a probabilidade de ocorrência de homicídios e o tempo médio de deslocamento por motivo de trabalho em relação ao endereço da RMSP escolhido. Navegue na plataforma.


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18 estados brasileiros não fazem controle da qualidade do ar

A Plataforma Nacional da Qualidade do Ar foi tema de entrevista de André Ferreira, diretor do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA), para a TV Câmara São Paulo. Durante o bate-papo, Ferreira explicou o funcionamento do sistema e a finalidade de acompanhar a qualidade do ar no país – cerca de 18 estados não fazem esse monitoramento. “É preciso reconhecer que, infelizmente, esse problema de saúde pública ainda é uma preocupação muito mais restrita a estudiosos e pesquisadores do que à sociedade. Ainda há pouco conhecimento sobre isso e, portanto, o poder público é pouco constrangido a resolver esses problemas”, explica. Essa, porém, não é a única razão. Embora o monitoramento do ar seja atribuição dos estados, o orçamento público é sempre muito disputado e temas relacionados ao meio ambiente ficam em segundo plano. Para ele, no entanto, trata-se de uma questão de saúde pública.

“O que temos notado é que nos últimos 10 anos estabilizamos num patamar muito acima do que recomenda a Organização Mundial da Saúde. Já foi pior, mas estamos em um estágio horrível de poluição do ar e tem muito trabalho a ser feito. Os poluentes podem ser gerados por fontes industriais e por veículos, principalmente. Os dois prioritários hoje são o material particulado e o ozônio. Os efeitos são distintos. O primeiro muito associado a problemas cardiovasculares, respiratórios. Já o ozônio é oxidante importante, que provoca envelhecimento precoce”. Reveja a entrevista na íntegra.


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A desigualdade de gênero na mobilidade urbana

Há pouco mais de um ano, o ITDP Brasil lançou o relatório “O Acesso de Mulheres e Crianças à Cidade” com o intuito de apontar desigualdades de gênero na mobilidade urbana. No documento, são formulados indicadores que podem contribuir para o planejamento, monitoramento e avaliação de políticas públicas de mobilidade e desenvolvimento urbano a partir da perspectiva de gênero. Estudos como esse são de fundamental importância para ampliar a equilibrar a participação de mulheres na sociedade, ressaltando os direitos inerentes a elas. Por esse motivo é tão importante recordar e recomendar a leitura da publicação, que pode ser acessada aqui

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Evento debate sobre planejamento, monitoramento e gestão de mobilidade

No dia 21 de fevereiro, o ITDP Brasil realizará o Café com MobiliDADOS, evento de troca de experiências para abordar desafios sobre a promoção de planejamento, monitoramento e gestão de mobilidade urbana com base em evidências. Fechado, o encontro reunirá cerca de 50 gestores públicos de diferentes cidades brasileiras e debaterá o contexto da mobilidade com base nos dados disponíveis na plataforma. Haverá transmissão ao vivo na página do facebook do ITDP.


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POLÍTICA CLIMÁTICA E ENGAJAMENTO
What Design Can Do seleciona finalistas do The Global Challenge

A plataforma What Design Can Do está promovendo o seu segundo The Global Challenge, que convida designers e empreendedores criativos a repensar a produção, distribuição e uso de energia nas cidades. E por que cidades? Porque nelas vive mais de 50% da população global, responsável pela emissão de 70% dos gases de efeito estufa e por 70% do consumo de energia no mundo. Cinco cidades foram escolhidas como fonte de inspiração e propostas para os projetos: São Paulo, Cidade do México, Déli, Nairobi e Amsterdam. Entre a diversidade de temas, energia limpa e eficiente em transportes, gerenciamento de resíduos, boas práticas de construção civil, cadeia de suprimentos alimentares e espaços públicos.

Ao todo, são 57 projetos finalistas, sendo 10 para a cidade de São Paulo, criados por brasileiros e estrangeiros. Entre eles, estudantes e profissionais que desenvolveram soluções como a bicicleta que armazena energia cinética da rotação do pedal, operação de fazendas urbanas em telhados utilizando técnicas aquapônicas para geração de alimentos, painéis interativos em pontos de ônibus para garantir maior fluidez no trânsito e um aplicativo que mapeia e oferece vagas de emprego nas periferias, reduzindo a necessidade de deslocamentos para o centro da cidade.  O júri, composto por 18 pessoas, tem a presença de Alice Amorim, coordenadora do portfólio de Política Climática e Engajamento do iCS. Confira o resumo dos projetos finalistas de São Paulo (colocar link para o PDF dos finalistas de SP) e de todos os projetos para as cinco cidades.


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Institutos Alziras e a missão na Alemanha

Sete prefeitas brasileiras estiveram em uma missão na Alemanha entre os dias 18 e 24 de novembro de 2018 para um intercâmbio de experiências na implementação das políticas climáticas e ambientais, com foco na redução das emissões de gases de efeito estufa, energias renováveis, gestão de resíduos sólidos, abastecimento de água, tratamento de esgoto e adaptação às mudanças climáticas. A missão, que contou com apoio do iCS e passou pelas cidades de Berlim, Greifswald, Feldheim, Jühnde e Frankfurt, foi planejada para fortalecer as lideranças políticas femininas e qualificar o debate sobre o desenvolvimento de políticas públicas municipais com base nos compromissos assumidos pelo Brasil no Acordo de Paris.

Confira abaixo a lista de prefeitas que participaram da viagem:


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Próximo Diálogos Futuro Sustentável discutirá energias renováveis

A plataforma Diálogos Futuro Sustentável realizará mais um evento. Desta vez, será no Nordeste e está previsto para o dia 10 de abril. A “Geopolítica das Energias Renováveis” será o tema debatido, focando no investimento na diversificação da matriz energética como uma das formas mais eficazes de enfrentar as mudanças climáticas, principalmente em tecnologias que produzem energias renováveis. Essa produção, aliás, promove uma nova conformação geopolítica, alterando relações econômicas, sociais e políticas entre países e regiões. O encontro internacional discutirá as mudanças no campo da produção de energias renováveis e as perspectivas de autonomia e segurança para o tema tanto nos países desenvolvidos quanto naqueles em desenvolvimento.


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Seis dúvidas climáticas e ambientais para a presidência de Jair Bolsonaro

A fala do presidente Jair Bolsonaro durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça, foi assunto nos jornais de todo o mundo em janeiro. Ana Toni e Alice Amorim, respectivamente diretora-executiva e coordenadora do portfólio de Política Climática e Engajamento do iCS, escreveram um artigo para o site Climate Home News com a repercussão do discurso e elegeram seis fatos que ainda precisam de respostas em relação às medidas que o mandatário brasileiro adotará em diferentes pontos de vista. Entre elas, os planos de resiliência do país em relação aos eventos climáticos extremos, os impactos para a economia da fragilização das regulações ambientais e como Bolsonaro pretende combater crimes na Amazônia como invasão de terras públicas, desmatamento em larga escala e venda ilegal de terras para mineração.  Leia aqui.


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ECONOMIA DE BAIXO CARBONO
Reunião sobre Venture Philantrophy discute novas formas de investimento e impacto social

A Aliança pelos Investimentos e Negócios de Impacto recebeu o criador do conceito de Venture Philantrophy, Doug Miller, para um workshop. No Brasil, a Aliança (organizada pela Inovação em Cidadania Empresarial – ICE, donatária do iCS) identifica, conecta e apoia entidades e temas estratégicos para o fortalecimento do campo das Finanças Sociais e dos Negócios de Impacto no Brasil. Um dos produtos originários da Aliança é o FIIMP (Fundações e Institutos de Impacto), em cuja primeira edição foram levantados R$ 737 mil  para um fundo que apoiou seis negócios de impacto e um guia de aprendizagem.

A segunda edição pretende continuar estendendo a experiência para outros elos do ecossistema de investimentos e negócios de impacto, além de gerar mais conhecimento e agregar maior segurança para que fundações e institutos tenham um papel relevante no tema, somando novas estratégias à sua atuação atual. Entre os novos modelos de investimento estudados estão Equity Crowdfunding e empréstimos com juros subsidiados. Os objetivos da próxima etapa são mobilizar um grupo de 20 a 30 fundações e levantar entre R$ 1,2 e R$ 1,8 milhão.

“O International Venture Philantrophy Center é um centro que visa justamente fomentar o conhecimento e engajar novos atores nesse tipo de filantropia. Tem muito a ver com os tipos de mecanismos e novas formas de investimento que estão sendo explorados no FIIMP. O evento do dia 12, hospedado pelo GIFE, foi superimportante para essa troca de experiência e para avaliar a criação de um Centro de Venture Philantrophy na América Latina – já existem em outros locais, como na Europa”, avalia Gustavo Pinheiro, coordenador do portfólio de Economia de Baixo Carbono.


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COMUNICAÇÃO
Workshop reúne ONGs para discutir e fortalecer a comunicação institucional

Representantes de dez organizações participaram, entre os dias 17 e 18 de janeiro, da Oficina de Comunicação Estratégica para ONGs. Dividido em três módulos (planejamento estratégico; atividades de comunicação off-line, o mundo fora das redes; e comunicação digital), o workshop buscou estimular o pensamento crítico sobre a comunicação estratégica, ampliar o repertório dos participantes para o uso estratégico das ferramentas de comunicação e oferecer dicas e boas práticas como inspiração. Como um dos resultados alcançados, está a criação e fortalecimento de uma rede de troca de experiências entre os representantes das entidades participantes. Já em relação às maiores dificuldades apontadas para a implementação das estratégias estão a falta de mão de obra qualificada e déficits orçamentários. “A parte de digital foi muito importante para minha atualização. Gostei muito de poder estar no espaço compartilhando o que eu sei e ouvindo os desafios dos demais. Acho que precisamos nos apoiar mais como comunicadores. Não tenho críticas, apenas elogios”, compartilhou Leonardo Medeiros, coordenador de comunicação da Conectas Direitos Humanos.


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NOVAS WEBSÉRIES
Calendário 2019

Último ministro do novo governo anunciado: o do meio ambiente

Último ministro do novo governo anunciado: o do meio ambiente

 

Helen Gurgel
A professora e coordenadora do Laboratório de Geografia, Ambiente e Saúde da UnB aborda sobre os reflexos diretos e indiretos das mudanças climáticas na saúde mental. A pesquisadora chama a atenção para um problema crescente e muitas vezes negligenciado, que pode resultar em suicídios e ansiedades profundas.

 

Fabio Evangelista
O representante da Organização Pan-Americana da Saúde no Brasil (OPAS/OMS) explica como a saúde é um fator-chave para alavancar todos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Para ele, a área da saúde oferece os melhores argumentos para fortalecer as ações. Saiba o porquê!

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Calendário 2019
Último ministro do novo governo anunciado: o do meio ambiente Último ministro do novo governo anunciado: o do meio ambiente

 

Alfredo Sirkis
Emissões do setor de transporte marítimo são responsáveis por 2,2% dos gases globais de efeito estufa. Além disso, o secretário executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC) aponta que o Brasil enfrenta os desafios da navegação de cabotagem. Veja!


Lavínia Holanda
Segundo a diretora-executiva da Escopo Energia, precisamos questionar quais são os mecanismos possíveis para compreender como a meta da Organização Marítima Internacional (IMO, em inglês) pode ser cumprida pelo Brasil, levando em conta as peculiaridades do comércio exterior e do transporte marítimo. 

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Este boletim é um dos principais produtos jornalísticos do Instituto Clima e Sociedade, enviado mensalmente para atualizá-los sobre as novidades no universo das mudanças climáticas. Quer colaborar com o nosso conteúdo? Acesse o formulário aqui . Caso tenha outras sugestões, dúvidas ou críticas, envie um e-mail para comunicacao@climaesociedade.org